A mobilidade é possível num modelo de escola conservadora? Um estudo de caso etnográfico sobre o desempenho escolar e o acesso ao ensino superior.
DOI:
https://doi.org/10.4025/revurut.v16i16.3533Palabras clave:
Qualidade da escola, desempenho escolar, acesso ao ensino superior e etnografia da sala de aula.Resumen
Este artigo tem como objetivo refletir, a partir de um estudo de caso etnográfico realizado numa escola estadual de ensino médio do Rio de Janeiro, sobre a possibilidade de mobilidade educacional e social dos alunos. Com base nos estudos de Bourdieu sobre “A escola conservadora”, procuro observar as implicações de sua análise, por meio de um estudo empírico sobre as representações a respeito do desempenho escolar e o acesso ao ensino superior.Descargas
Archivos adicionales
Publicado
2008-09-15
Número
Sección
Educação
Licencia
DECLARAÇÃO DE ORIGINALIDADE E CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS Declaro que o presente artigo é original, não tendo sido submetido à publicação em qualquer outro periódico nacional ou internacional, quer seja em parte ou em sua totalidade. Declaro, ainda, que uma vez publicado na Revista Urutágua, editada pelo Departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá, o mesmo jamais será submetido por mim ou por qualquer um dos demais co-autores a qualquer outro periódico. Através deste instrumento, em meu nome e em nome dos demais co-autores, porventura existentes, cedo os direitos autorais do referido artigo à Universidade Estadual de Maringá e declaro estar ciente de que a não observância deste compromisso submeterá o infrator a sanções e penas previstas na Lei de Proteção de Direitos Autorias (Nº9609, de 19/02/98)Cómo citar
Lage, G. C. (2008). A mobilidade é possível num modelo de escola conservadora? Um estudo de caso etnográfico sobre o desempenho escolar e o acesso ao ensino superior. Revista Urutágua, 16(16), 27-36. https://doi.org/10.4025/revurut.v16i16.3533