Perspectivas docentes y cambios curriculares: debate sobre la enseñanza de la Biología en los itinerarios formativos de Minas Gerais
DOI:
https://doi.org/10.4025/rvc.e026019Palabras clave:
reforma do ensino médio, base nacional comum curricular, narrativa docente, políticas educacionais, desigualdade educacionalResumen
Este artículo analiza el desarrollo del Nuevo Currículo de la Enseñanza Media y la Base Curricular Nacional Común (BNCC), centrándose en los itinerarios formativos de Ciencias Naturales y sus Tecnologías, con énfasis en los desafíos y las estrategias que ha experimentado un profesor de Biología en el sistema escolar público del estado de Minas Gerais. El panorama de las reformas curriculares promueve un movimiento controvertido: al tiempo que amplía la estandarización curricular, busca flexibilizar la organización de la Enseñanza Media. Esto, por un lado, reduce la carga horaria de las asignaturas tradicionales, previamente estabilizadas, y por otro, aumenta el riesgo de desigualdades en las oportunidades educativas. El estudio utiliza un enfoque cualitativo, empleando las narrativas docentes, para comprender cómo los educadores reinterpretan las políticas curriculares en su vida escolar diaria. En este contexto, abordamos cuestiones relacionadas con la práctica docente. Concluye que, si bien se propuso a mediados de la década de 2010, el Nuevo Currículo de la Enseñanza Media carece de ajustes que impliquen un mayor diálogo con el profesorado, las escuelas y las redes escolares, capaces de mitigar los problemas y garantizar la equidad y la calidad de la educación.
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