Ni siquiera el silencio del hablante es neutral: lenguaje y género en la disputa política del binarismo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v46i2.71951

Palavras-chave:

lenguaje neutro, Gênero, sociolingüística, lingüística

Resumo

Los debates sociales sobre el uso del lenguaje neutral son controversiales y polarizados, pero para el campo de los estudios lingüísticos es esencial que se investiguen y produzcan evidencias sobre el uso y comprensión social de este fenómeno. La lingüista Raquel Freitag lanzó el libro Não existe linguagem neutra! Gênero na sociedade e na gramática do português brasileiro (2024), publicado por Contexto. En una investigación competente la pesquisadora trata cuestiones como ¿qué es este lenguaje neutro y por qué ha suscitado tanto interés y debate en la sociedad brasileña?. El objetivo de esta resenha es presentar al lector una síntesis de las reflexiones, posiciones y respuestas que la autora aporta a tantas cuestiones que rodean la polarización y los acalorados debates sobre el género en la gramática y sus usos en el portugués brasileño. Pretendemos también promover cuestiones planteadas por el libro sobre la relación entre lengua, género, gramática y política, sin restringirse exclusivamente a las páginas del libro, teniendo promovido posibles reflexiones y diálogos entre la sociolingüística y la línea de los estudios discursivos.

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Publicado

2024-12-02

Edição

Seção

Resenha Dossiê "Gênero não Binário"

Como Citar

Ni siquiera el silencio del hablante es neutral: lenguaje y género en la disputa política del binarismo. (2024). Acta Scientiarum. Language and Culture, 46(2), e71951. https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v46i2.71951

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