Estes povos foram como que domesticados: a interpretação de fontes em história em países europeus (Islândia, Itália e Portugal)

Autores/as

  • Manuela Carvalho Universidade do Minho Autor/a

Palabras clave:

Evidência, Uso escolar de fontes históricas, Objetividade, Ensino e aprendizado histórico

Resumen

Este estudo, de caráter exploratório e natureza descritiva, pretendeu conhecer tendências de competência e de consciência histórica em jovens de ambientes socioculturais diversos, que terminavam a escolaridade básica em 2009, na Islândia, Itália e Portugal. Ancorado em investigações em Filosofia da História, Psicologia Educacional e Educação Histórica, entre os quais avultam as de Lee (1997) e Barca (2000), visou-se inquirir que agilidade interpretativa evidenciavam os 30 jovens (participantes no estudo principal), com idades entre 13 e 16 anos, ao responderem a questões relativas a materiais históricos, com diferentes linguagens e mensagens divergentes, sobre um tema comum ao currículo dos três países: O Império Romano. Submetidos a uma análise indutiva, à luz dos conceitos epistemológicos de evidência e de objetivismo crítico, os dados colhidos formaram dois núcleos concetuais, segundo um modelo de progressão de ideias dos alunos: Interpretação de Fontes e Evidência e Objetividade, correspondentes às duas principais dimensões da interpretação de fontes em História: o conhecimento substantivo e o disciplinar. Conjugada a análise qualitativa e a quantitativa dos padrões de ideias, na amostra total e nos três subgrupos, e estabelecido diálogo com estudos congéneres anteriores, resultam interrogações aos discursos curriculares, práticas de ensino e aprendizagem e de formação de professores vigentes.

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Biografía del autor/a

  • Manuela Carvalho, Universidade do Minho
    Pesquisadora do CIEd, Universidade do Minho, Braga, Portugal.

Publicado

2016-10-11

Número

Sección

Mesa Redonda

Cómo citar

Estes povos foram como que domesticados: a interpretação de fontes em história em países europeus (Islândia, Itália e Portugal). (2016). Dialogos, 19(1), 243-260. https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/33811