La ecología política en las fronteras del saber y del poder en el territorio tradicional ocupado: el saber hacer de las llamadas rompedoras de coco en la Amazonía

  • Jodival Maurício Costa Universidade Federal do Amapá
  • Joaquim Shiraishi Neto Universidade Federal do Maranhão
Palabras clave: Palabras clave: Ecología política, descolonialidad, Amazonía. Rompedores de coco

Resumen

El objetivo de este artículo es fomentar el debate sobre el pensamiento científico sobre el papel de la ecología política en la descolonialidad del saber y del poder en la región amazónica. El trabajo se divide en dos partes: la primera analiza la expansión de la modernidad hacia el sur y la construcción de la colonialidad moderna; en el segundo, traemos la experiencia de las llamadas rompedoras de coco babassu, en vista de la construcción de una "naturaleza-mundo", resultado de los procesos de colonización y globalización. El momento presente expresa una intensificación de conflictos que implican diferentes formas de representar y utilizar la naturaleza de estas comunidades. La metodología utiliza los conceptos de ecología política, pluriverso, bienestar y descolonialidad como bases para la idea de una naturaleza de las comunidades amazónicas que constituye un conflicto con la "naturaleza-mundo", que se basa en la lógica del recurso como sustrato material de un economía de mercado

 

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Biografía del autor/a

Jodival Maurício Costa, Universidade Federal do Amapá

Doutor em Doutor em Ciências - Ciência Ambiental. Professor Adjunto da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), do Curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Fronteira (PPGEF)e Programa de Pós- Graduação em Geografia (PPGEO).

Joaquim Shiraishi Neto, Universidade Federal do Maranhão

Professor visitante da Universidade Federal do Maranhão, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCsoc-UFMA).

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Publicado
2020-08-07
Cómo citar
Costa, J. M., & Shiraishi Neto, J. (2020). La ecología política en las fronteras del saber y del poder en el territorio tradicional ocupado: el saber hacer de las llamadas rompedoras de coco en la Amazonía. Dialogos, 24(2), 292-324. https://doi.org/10.4025/dialogos.v24i2.53373