TRANSEXUALIZING PROCESS IN THE SUS: QUESTIONS FOR PSYCHOLOGY FROM THERAPEUTIC ITINERARIES AND DEPATHOLOGIZATION
DOI:
https://doi.org/10.4025/psicolestud.v27i0.48503Keywords:
Transsexualizer process;, therapeutic itineraries;, trans people.Abstract
This qualitative, descriptive and exploratory research conducted in the Away from Home Treatment (Tratamento Fora de Domicílio [TFD]), in Cuiabá, Brazil, aimed to raise reflections on the therapeutic process itineraries of trans people in the search for the Transsexualizer Process (Processo Transexual [PT]). Three transgender men, two transgender women and one transvestite woman participated. They were aged between 21 and 32 years. Data were collected through semi-structured interviews and analyzed using Content Analysis. The results show that trans people follow different itineraries, looking for institutionalized or informal services (trans sociality networks) to affirm their gender identities. Obstacles related to pathologization, reception, continuity of care, resolution and reference in the care network of the Transsexualizer Process stand out. Important critical points were observed in social, endocrinological and psychological care. The pilgrimage by health services was marked by constant institutional discrimination, allowing for the understanding of how the health system is organized concerning the care of these people, listing issues for the work of Psychology, in this field, from a perspective of the experience and materiality of gender.
Downloads
References
Arán, M.; Murta, D. & Lionço, T. (2009). Transexualidade e Saúde Pública no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 14(4):1141-1149. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/csc/v14n4/a15v14n4.pdf.
Bardin, L. (2011). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70.
Bento, B. & Pelúcio, L. (2012). Despatologização do gênero: a politização das identidades abjetas. Estud. Fem, 20(2):559-568.
Brasil. Portal de Saúde do Governo Federal. Processo transexualizador no SUS. Recuperado de http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/1174-sgep-raiz/lgbt/21885-processo-transexualizador.
Brasil. (2015). Ministério da Saúde. Transexualidade e travestilidade na saúde. Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa, Departamento de Apoio à Gestão Participativa. – Brasília: Ministério da Saúde.
Brasil. (2013). Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Brasília: Ministério da Saúde.
Cabral, A. L. L. V.; Hemáez, A. M.; Andrade, E. L. G.; Cherchiglia. M. L. (2014). Itinerários terapêuticos: o estado da arte da produção científica no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 19(7):2277-2286. Recuperado de: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-81232011001200016&script=sci_abstract&tlng=pt.
Cavalcante, A. S. Trangenitalização - saberes e poderes envolvidos na política de saúde do SUS. Recuperado de: http://www.13snhct.sbhc.org.br/resources/anais/10/1344280249_ARQUIVO_Transgenitalizacao,saberesepoderesenvolvidosnapoliticadesaudedoSUS.pdf.
Conselho Federal De Psicologia. (2013). Nota técnica sobre processo transexualizador e demais formas de assistência à s pessoas trans. Recuperado de http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2013/09/Nota-t%C3%A9cnica-processo-Trans.pdf.
Conselho Federal De Psicologia. (2018). Resolução Nº 1, de 29 De Janeiro de 2018. Estabelece normas de atuação para as psicólogas e os psicólogos em relação à s pessoas transexuais e travestis. Recuperado de https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2018/01/resolucao_cfp_01_2018.pdf.
Cortez, L. R. F. (2015). Quando o Gênero antecede o corpo: Algumas reflexões sobre os usos do processo transexualizador. Recuperado de http://www.uneb.br/enlacandosexualidades/files/2015/07/luarnarelva_trabalhocompletoET18.pdf.
Foucault, M. (1988). História da Sexualidade I: A vontade de saber. Tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro, Edições Graal
Jesus, J. G. de. (2012). Orientações sobre identidade de gênero : conceitos e termos. Recuperado de https://www.sertao.ufg.br/up/16/o/ORIENTAÇÕES_POPULAÇÃO_TRANS.pdf?1334065989.
Koyama, E. (2003). The Transfeminist Manifesto. In: Dicker, R.; Piepmeier, A. (Org.). Catching A Wave: Reclaiming feminism for the 21st Century. Boston: Northeastern University Press.
Laqueur, T. (2001). W.. Inventando o sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud. Trad. Vera Whately. Rio de Janeiro: Relume Dumará.
Nery, J. W. (2011). Viagem solitária: Memórias de um transexual 30 anos depois. São Paulo: Leya, 2011.
Prado, M. A. M. (2018). Ambulare. Belo Horizonte (MG): PPGCOM UFMG
Prado Filho, K. P. & Trisotto, S. (2007). “A psicologia como disciplina da norma nos escritos de M. Foucault”. Revista Aulas, Campinas: UNICAMP, Dossiê Foucault, v. 3, n. 1, p. 1-14, fev.
Peres, W. S. (2008). Travestis: corpo, cuidado de si e cidadania In: Fazendo Gênero 8: corpo, violência e poder. Florianópolis, 25/28 ago. Recuperado de http://www.fazendogenero.ufsc.br/8/sts/ST61/Wiliam_Siqueira_Peres_61.pdf.
Polak, R.; Guimarães, R. S. & Cruz, G. C. (2016) Processos de violência vivenciados por pessoas trans* nas instituições de ensino. Hipótese, v. 2, n. 3, p.127- 158
Rocon, P. C., Rodrigues, A., Zamboni, J. & Pedrini, M. D. (2016). Dificuldades vividas por pessoas trans no acesso ao Sistema Único de Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 21(8), 2517-2526.
Roseiro, M C. F. B.; Bernabé, M. F. & Catello, N. F. V. (2016). Sexualidades e gênero na Psicologia: Ativismos formativos e tensionamentos curriculares. In: Rodrigues, A.; Monzeli, G. A.; & Ferreira, S. R. S. (org.). (2016). A política no corpo: gênero e sexualidade em disputa. Vitoria: EDUFES.
SES – Secretaria de Estado de Saúde. Governo de Mato Grosso. Tratamento Fora do Domicílio e CERAC. Recuperado de http://www.saude.mt.gov.br/coreg/pagina/245/tratamento-fora-do-domicilio-e-cerac.
Tenório, L.F.P. & Prado, M.A.M. (2016). As contradições da patologização das identidades trans e argumentos para amudança de paradigma. Periódicus, Salvador, n. 5, v. 1, maio-out.
Uchôa E. & Vidal J. M. (1999). Antropologia Médica: Elementos Conceituais e Metodológicos para uma Abordagem da Saúde e da Doença. Cad Saude Publica, 10(4):497- 504.
Vergueiro, V. (2015) Por inflexões decoloniais de corpos e identidades de gênero inconformes: uma análise autoetnográfica da cisgeneridade como normatividade. Dissertação de Mestrado, Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade (Poscultura), Universidade Federal da Bahia, Salvador.
Downloads
Published
Issue
Section
License
As opiniões emitidas, são de exclusiva responsabilidade do(s) autor(es). Ao submeterem o manuscrito ao Conselho Editorial de Psicologia em Estudo, o(s) autor(es) assume(m) a responsabilidade de não ter previamente publicado ou submetido o mesmo manuscrito por outro periódico. Em caso de autoria múltipla, o manuscrito deve vir acompanhado de autorização assinada por todos os autores. Artigos aceitos para publicação passam a ser propriedade da revista, podendo ser remixados e reaproveitados conforme prevê a licença Creative Commons CC-BY.
The opinions expressed are the sole responsibility of the author (s). When submitting the manuscript to the Editorial Board of Study Psychology, the author (s) assumes responsibility for not having previously published or submitted the same manuscript by another journal. In case of multiple authorship, the manuscript must be accompanied by an authorization signed by all authors. Articles accepted for publication become the property of the journal, and can be remixed and reused as provided for in theby a license Creative Commons CC-BY.