Autoeficácia de estudantes universitários de educação física: associação com características pessoais, acadêmicas e profissionais
DOI:
https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v32i1.3215Palavras-chave:
autoeficácia, educação superior, universidades, estudantesResumo
Este estudo buscou analisar as percepções de autoeficácia (AE) de estudantes universitários de Educação Física de uma instituição pública de Ensino Superior, relacionando-as com as características pessoais, acadêmicas e profissionais. Participaram da investigação 246 estudantes regularmente matriculados nos cursos de Licenciatura e de Bacharelado em Educação Física. Os resultados obtidos na ficha de caracterização e na Escala de Autoeficácia no Ensino Superior foram analisados no programa SPSS, por meio de estatística descritiva (frequências absoluta e relativa, mediana) e inferencial (Qui-quadrado, Resíduos Ajustados, V de Cramer). Em geral, as evidências revelaram associações entre as dimensões da AE discente (geral, acadêmica, regulação, proativa, social e gestão) e o recebimento de bolsas de pesquisa e de monitoria (não bolsista<bolsista), o sexo (masculino<feminino) e a presença de vínculo empregatício (sim>não). A predominância de menores escores de AE, independentemente da etapa da formação em que o estudante se encontra e a aparente falta de impacto das bolsas de extensão sobre os níveis de AE discente indicam a necessidade de aprofundar o desenvolvimento dos estudantes ao longo do curso, bem como a implementação dos projetos e atuação dos estudantes bolsistas de extensão na instituição investigada.
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