Pesquisa feminista e autoestudo colaborativo: caminhos decoloniais na educação física
DOI:
https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v37i1.3716Palavras-chave:
Pesquisa feminista, Abordagem ativista, Comunidade de prática, AutoestudoResumo
Persiste na Educação Física (EF) brasileira um descompasso entre a produção acadêmica e os desafios cotidianos da escola, sobretudo no que se refere ao afastamento das meninas e de corpos marginalizados das aulas. Esse quadro, atravessado por relações de gênero e colonialidade, evidencia a urgência de pesquisas que não apenas descrevam a exclusão, mas que contribuam para transformá-la em colaboração com as pessoas. Neste artigo, exploramos as possibilidades de caminhos para a construção de pesquisas feministas e decoloniais a partir do autoestudo colaborativo, entendendo-o como prática metodológica que descentraliza a autoridade acadêmica, valoriza narrativas situadas e dá visibilidade a vozes historicamente silenciadas.
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Copyright (c) 2026 Mariana Zuaneti Martins, Isabela Moreira Sant'anna, Maria Eduarda Erlacher Figueiredo (Author)

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