Pesquisa feminista e autoestudo colaborativo: caminhos decoloniais na educação física

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v37i1.3716

Palavras-chave:

Pesquisa feminista, Abordagem ativista, Comunidade de prática, Autoestudo

Resumo

Persiste na Educação Física (EF) brasileira um descompasso entre a produção acadêmica e os desafios cotidianos da escola, sobretudo no que se refere ao afastamento das meninas e de corpos marginalizados das aulas. Esse quadro, atravessado por relações de gênero e colonialidade, evidencia a urgência de pesquisas que não apenas descrevam a exclusão, mas que contribuam para transformá-la em colaboração com as pessoas. Neste artigo, exploramos as possibilidades de caminhos para a construção de pesquisas feministas e decoloniais a partir do autoestudo colaborativo, entendendo-o como prática metodológica que descentraliza a autoridade acadêmica, valoriza narrativas situadas e dá visibilidade a vozes historicamente silenciadas.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Publicado

2026-06-18

Edição

Seção

Dossiê temático Mulheres, decolonialidade e cultura física

Como Citar

1.
Martins MZ, Sant'anna IM, Figueiredo MEE. Pesquisa feminista e autoestudo colaborativo: caminhos decoloniais na educação física. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 18º de junho de 2026 [citado 21º de junho de 2026];1(37):e-3716. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/79052