O estatuto da linguagem no romance Caetés

Autores

  • João Paulo Ayub Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v38i1.25826

Palavras-chave:

Graciliano Ramos, Caetés, linguagem, condição humana

Resumo

Este artigo tem como objetivo principal investigar o estatuto da linguagem no romance Caetés, de Graciliano Ramos, por meio de uma análise do fracasso da escrita vivenciado pelo personagem João Valério. O significado dos índios Caetés, de sua natureza selvagem, para a compreensão da linguagem e de seu papel revelador da condição humana, será destacado. Para tanto, a análise e interpretação do romance conta, ainda, com o aporte teórico da hermenêutica filosófica.

 

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Biografia do Autor

  • João Paulo Ayub, Universidade Federal de Goiás
    Graduado em Ciências Sociais (2006) e Mestre em Sociologia (2009) pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Tem experiência nas áreas de Antropologia, Sociologia, Literatura e Ciência Política. Trabalhou com os temas do poder, biopolítica, governo de si e dos outros no pensamento de Michel Foucault durante a formação em Ciências Sociais e o Mestrado em Sociologia. Desenvolveu em sua Tese de Doutorado um estudo sobre a condição humana na literatura de Graciliano Ramos.

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Publicado

2016-01-01

Edição

Seção

Literatura

Como Citar

O estatuto da linguagem no romance Caetés. (2016). Acta Scientiarum. Language and Culture, 38(1), 51-60. https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v38i1.25826

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