FORMACIÓN INICIAL DE MAESTROS INDÍGENAS Y MATEMÁTICA INTERCULTURAL EN EDUCACIÓN BÁSICA
Resumen
La formación superior para maestros indígenas há sido una necesidad en las escuelas indígenas brasileñas desde los cambios ocurridos en la política educativa en los anos de 1990, con el establecimiento de la interculturalidad, el bilingüismo y las especificidades en la educación. Hay intentos de acciones basadas en la institucionalización de documentos, lo que no ha sido suficiente para formar un número adecuado de docentes indígenas para trabajar en estas escuelas. En este trabajo, el objetivo fue discutir la legislación brasileña para la formación de maestros indígenas, más específicamente en Matemáticas, así como la acción pedagógica con esta disciplina en las escuelas indígenas interculturales. La investigación se basa em un ensayo teórico del tipo análisis documental, acompañado de informes de estudiantes indígenas hacia ilustración a las discusiones. Los resultados resaltan la relevancia de la formación de docentes indígenas, apuntando a su desempeño a partir de una práctica pedagógica que permita la enseñanza de la Matemática Intercultural en las escuelas indígenas.
Descargas
Citas
BANIWA. Gersem. Educação Escolar Indígena no Brasil: Avanços, Limites e Novas perspectivas. 36ª Reunião Nacional da ANPEd – 29 de setembro a 02 de outubro de 2013, Goiânia-GO. Disponível em: http://36reuniao.anped.org.br/pdfs_trabalhos_encomendados/gt21_trabalhoencomendado_gersem.pdf. Acesso em: 21 de mar. De 2020.
BRASIL. Ministério dos Negócios da Fazenda. Decisão Nº 119, de 16 de abril de 1872. Indefere o pedido de alguns Índios do aldeamento existente em Cabo Frio, relativamente a educação superior de seus filhos. Collecção da Decisões do Governo do Império do Brasil de 1872. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1973. p. 112. Tomo XXXV.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. DF. 1988.
BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes para a Política Nacional de Educação Escolar Indígena. 1993. Dispinível em: https://acervo.socioambiental.org/acervo/documentos/diretrizes-para-politica-nacional-de-educacao-escolar-indigena. Acesso em 23 de maio de 2020.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº. 9394, 20 de dezembro de 1996.
BRASIL. MEC. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Brasília, 1998.
BRASIL. Resolução nº 5 de 22 de junho de 2012. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena na Educação Básica. Brasília, 2012. Disponível em:
BRASIL. Resolução nº 1 de 7 de janeiro de 2015. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores Indígenas em cursos de Educação Superior e de Ensino Médio e dá outras providências. Brasília, 2015. Disponível em:
CNE. Resolução CEB 3/99. Diário Oficial da União, Brasília, 17 de novembro de 1999. Seção 1, p. 19. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CEB0399.pdf. Acesso em 17 de maio de 2020.
D´AMBROSIO, U. Volta ao mundo em 80 matemáticas. Scientific American Brasil (Edição Especial), v. 11, p. 6-9, 2005.
D' AMBRÓSIO, U. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. Coleção Tendências em Educação Matemática.
DOMINGUES, Jefferson Gabriel (org.) Nhemboeaty Yvy Porã: uma trajetória de luta e resistência na efetivação de uma aprendizagem intercultural. Programa Interdisciplinar de Estudos de Populações – Ação Saberes Indígenas na Escola UEM. Maringá, 2020
FAUSTINO, Rosângela Célia. Política educacional nos anos de 1990: o multiculturalismo e a interculturalidade na educação escolar indígena. Tese Doutorado. Centro de Ciências da Educação. UFSC, 2006.
FAUSTINO, R.C. et al. Observatório da Educação Escolar Indígena e o Ensino de Matemática: Uma experiência com acadêmicos Kaingang e Guarani da Universidade Estadual de Maringá. Revista Paranaense de Educação Matemática, Campo Mourão, Pr, v.8, n.15, p.266-286, jan.-jun. 2019.
FAUSTINO, R.C.; NOVAK, M.S.J.; RODRIGUES, I.C. O acesso de mulheres indígenas à universidade: trajetórias de lutas, estudos e conquistas. Tempo & Argumento, Florianópolis, v. 12, n. 29, e010 3, jan./abr. 2020.
FERREIRA, M. K. L. Conhecimentos matemáticos de povos indígenas de São Paulo. In: Silva, A. L.; FERREIRA, M. K. L. (Org.). Práticas Pedagógicas na Escola Indígena. São Paulo: FAPESP, 2001, p. 211-233.
FRANCO, E. da S. N. A matemática na educação indígena no Paraná: da política educacional diferenciada à universidade uma contribuição da teoria histórico cultural. 146 f. Dissertação (Mestrado em Educação). Programa de Pós Graduação em Educação, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2014.
GEHRKE, Marcos; SAPELLI, Marlene Lucia Siebert; FAUSTINO, Rosangela Celia. A formação de pedagogos indígenas em alternância no Paraná: uma contribuição à interculturalidade e ao bilinguismo. Revista Brasileira de Educação do Campo, v. 4, p. e7350-e7350, 2019.
GEORGE, I. T. B. Conhecimentos (etno)matemáticos de professores Guarani do Paraná. 2011. 332f. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências e em Matemática.) – Programa de Pós-Graduação em Ciências e em Matemática - Setor de Ciências Exatas, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2011.
IBGE. Censo Demográfico, 2010. Disponível em:
LIMA, Antonio Carlos de Souza; BARROSO, Maria Macedo. (Org.) Povos Indígenas e Universidade no Brasil: Contextos e perspectivas, 2004-2008. Rio de Janeiro: E-papers, 2013. p. 14-44.
LUCIANO, Gersem dos Santos. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/SECAD; LACED/Museu Nacional, 2006. (Coleção Educação para Todos; 12), 224 p.
NASCIMENTO, Rita Gomes do. Educação superior de professores indigenas no Brasil: avanços e desafios do Programa de Licenciaturas Interculturais Indigenas. Revista Educación Superior Y Sociedad. Venezuela, v.20, 2017. Disponivel em http://www.iesalc.unesco.org/ess/index.php/ess3/article/view/19/19. Acesso em 20 de set. de 2019).
NOVAK, M. S. J. Política de ação afirmativa: a inserção dos indígenas nas universidades públicas paranaenses. 2007. 135 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de pós-graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2007.
_____, M. S. J. Os organismos internacionais, a educação superior para indígenas nos anos de 1990 e a experiência do Paraná: estudo das ações da Universidade Estadual de Maringá. 2014. 342 f. Tese (Doutorado em Educação). Universidade Estadual de Maringá.
OIT. Organização Internacional do Trabalho. Convenção nº. 107 de 05 de junho de 1957. [Brasília: OIT], 1957. Disponível em: http://www.trtsp.jus.br/geral/tribunal2/LEGIS/CLT/OIT/OIT_107.html. Acesso em: 21 fev. 2014.
TOLEDO, Maria Elena Roman de Oliveira. Numeramento, metacognição e aprendizagem matemática de jovens e adultos. São Paulo, 2004. Disponível em: http://www.anped.org.br. Acesso em: outubro de 2013.
Derechos de autor 2022 Imagens da Educação

Esta obra está bajo licencia internacional Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-SinObrasDerivadas 4.0.
Declaro que o presente artigo é original, não tendo sido submetido à publicação em qualquer outro periódico nacional ou internacional, quer seja em parte ou em sua totalidade. Declaro, ainda, que uma vez publicado na revista Imagens da Educação,ele não será submetido por mim ou pelos demais co-autores a outro periódico. Por meio deste instrumento, em meu nome e dos co-autores, cedo os direitos autorais do referido artigo à Revista e declaro estar ciente de que a não observância deste compromisso submeterá o infrator a sanções e penas previstas na Lei de Proteção de Direitos Autorias (Nº 9609, de 19/02/98).







1.png)
