NIÑOS CON DISCAPACIDAD VISUAL: EL JUEGO EN LA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL

Autores/as

  • Patricia Andrea Osandon Albarran Universidade de Brasília Autor/a
  • Eva Aparecida Pereira Seabra da Cruz Universidade de Brasília Autor/a
  • Daniele Nunes Henrique Silva Universidade de Brasília Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/psicolestud.v21i2.27860

Palabras clave:

Discapacidad visual, conducta de jugar, teoría histórico-cultural.

Resumen

Parece haber un consenso teórico que el juego es una de las actividades más importantes en el desarrollo del niño. Los autores de diferentes enfoques indican la importancia de esta actividad para los niños pequeños. A partir de los supuestos teóricos de la perspectiva histórico-cultural, el campo teórico de intereses de este artículo, hemos visto un aumento de trabajos científicos que tematizan el juego de niños. Sin embargo, a partir de una investigación de artículos, disertaciones y tesis escritas en portugués, llevados a cabo entre los años 2004-2014, de forma integrada en la Universidad de Brasilia (UnB) y oasisbr – el portal brasileño de publicaciones científicas de acceso abierto – identificamos un pequeño número de estudios brasileños que investigan el juego de los niños ciegos y de baja visión. Tratar de entender este contexto de producciones académicas es el propósito de este artículo buscando contribuir a la asignación de tal objeto de estudio, lo que indica la importancia de ésta al campo de la psicología, la educación y la política pública.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Patricia Andrea Osandon Albarran, Universidade de Brasília
    Mestre em Ciência Política e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (PGPDS/UnB).
  • Eva Aparecida Pereira Seabra da Cruz, Universidade de Brasília
    Mestre em Teoria da Literatura pela UnB, doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP), e pós-doutoranda no PGPDS/UnB.
  • Daniele Nunes Henrique Silva, Universidade de Brasília
    Mestre e doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas e professora do PGPDS/UnB.

Referencias

Carvalho, A. M., & Pereira, R. (2013). Brincar é assunto sério! Revista Louis Braille, 7, 9-10. Retirado de http://www.acapo.pt/anexos/Revista_Louis_Braille_7.pdf


Costa, D. A. F. (2006). Superando limites: a contribuição de Vygotsky para a educação especial. Revista Psicopedagogia, 23(72), 232-240. Retirado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84862006000300007&lng=pt&tlng=pt


Costas, F. A. T., & Ferreira, L. S. (2011). Sentido, Significado e Mediação em Vygostky: Implicações para a Constituição do Processo de Leitura. Revista Iberoamericana de Educación, (55), 205-223. Retirado de http://www.rieoei.org/rie55a09.pdf


Costa, M. T. M. S.; & Silva, D. N. H. (2012). O corpo que escreve: considerações conceituais sobre aquisição da escrita. Psicologia em Estudo, 17(1), 55-62. Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-73722012000100007&lng=en&nrm=iso


Diniz, D., Barbosa, L., & Santos W. R. (2009). Deficiência, direitos humanos e justiça. Sur. Revista Internacional de Direitos Humanos, 6(11), 64-77. Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-64452009000200004&lng=en&tlng=pt. 10.1590/S1806-64452009000200004


França-Freitas, M. L. P., & Gil, M. S. C. A. (2012). O desenvolvimento de crianças cegas e de crianças videntes. Revista Brasileira de Educação Especial, 18(3), 507-526. Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-65382012000300010&lng=en&nrm=iso


Fleer, M. (2013). Digital Positioning for Inclusive Practice in Early Childhood: The Cultural Practices Surrounding Digital Tablets in Family Homes. Computers in New Zealand Schools: Learning, teaching, technology, 25(1–3), 56–76.


Góes, M. C. R. (1993). Os modos de participação do outro nos processos de significação do sujeito, Temas em Psicologia, 1(1), 1-5. Retirado de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1413-389X1993000100002&script=sci_arttext


Goés, M. C. R. (2000, Julho). A linguagem e a imaginação no brincar de faz-de-conta. Trabalho apresentado na III Conferência de Pesquisa Sócio-cultural, Campinas, São Paulo. Retirado de https://www.fe.unicamp.br/br2000/trabs/1110.doc


Hueara, L., Souza, C. M. L., Batista, C. G., Melgaço, M. B., & Tavares, F. S. (2006). O faz-de-conta em crianças com deficiência visual: identificando habilidades. Revista Brasileira de Educação Especial, 12(3), 351-368. Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-65382006000300005


Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2010). Cartilha do Censo 2010. Pessoas com Deficiência. Brasília: Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Retirado de http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/publicacoes/cartilha-censo-2010-pessoas-com-deficienciareduzido.pdf


Magiolino, L. L. S.(2015). Afetividade, imaginação e dramatização na escola: apontamentos para uma educação (est)ética. In Silva, D. N. H., & Abreu, F. S. D. (Eds.), Vamos brincar de quê? Cuidado e educação no desenvolvimento infantil (pp. 133-154). São Paulo: Summus.


Matos, K. (2007). Posso brincar com você ? Um estudo da possibilidade de crianças cegas brincarem com videntes sob a ótica do desenho universal. Dissertação de mestrado não publicada, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, São Paulo.


Motta, M. P.; Marchiore, L. M. & Pinto, J. H. (2008). Confecção de brinquedo adaptado: uma proposta de intervenção da terapia ocupacional com crianças de baixa visão. O Mundo da Saúde; 32(2), 139-145. Retirado de http://www.scamilo.edu.br/pdf/mundo_saude/59/139a145.pdf


Navarro, M. S., & Prodócimo, E. (2012). Brincar e mediação na escola. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 34(3). Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-32892012000300008&lng=en&nrm=iso


Oliveira, J. P.; & Marques, S. L. (2005). Análise da comunicação verbal e não-verbal de crianças com deficiência visual durante interação com a mãe. Revista Brasileira de Educação Especial, 11(3), 409-428. Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-65382005000300007&script=sci_arttext


Piaget, J. (1975). A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e som, imagem e representação. Rio de Janeiro: Zahar.


Piaget, J.;Inhelder, B. (1995). A psicologia da criança. Rio de Janeiro: Bertrand.


Ruiz, L. C., & Batista, C. G. (2014). Interação entre crianças com deficiência visual em grupos de brincadeira. Revista Brasileira de Educação Especial, 20(2), 209-222. Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-65382014000200005&script=sci_arttext


Sayão, D. T. (2002). Corpo e movimento: notas para problematizar algumas questões relacionadas à educação infantil e à educação física. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 23(2), 55-67.


Sesame Workshop, & UNICEF. (2012). Incluir Brincando – Guia do Brincar Inclusivo. Brasília: UNICEF. Retirado de http://www.unicef.org/brazil/pt/br_sesame_guia.pdf


Siaulys, M. O. (2006). Inclusão social e escolar de pessoas com deficiência visual:
estudo sobre a importância do brinquedo e do brincar. Dissertação de mestrado não publicada, Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo.


Souza, C. M. L.; Batista, C. G. (2008). Interação entre crianças com necessidades especiais em contexto lúdico: possibilidades de desenvolvimento. Psicologia: Reflexão e Crítica, 21(3). Retirado de http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-79722008000300006&lng=en&nrm=iso


Vigotski, L.S. (1997). Fundamentos de Defectología. Moscou: Editorial Pedagógica


Vigotski, L.S. (1998). A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes.


Vigotski, L.S. (2009). Imaginação e criação na infância. Editora SP: Ática.


Winnicott, D. W. (1975). O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago.

Publicado

2016-09-22

Número

Sección

Artigos originais

Cómo citar

Osandon Albarran, P. A., Pereira Seabra da Cruz, E. A., & Nunes Henrique Silva, D. (2016). NIÑOS CON DISCAPACIDAD VISUAL: EL JUEGO EN LA PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL. Psicologia Em Estudo, 21(2), 199-210. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v21i2.27860