“Situando” os professores nas agendas globais de governança

Autores

  • Susan L. Robertson University of Bristol Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/tpe.v15i2.20178

Palavras-chave:

Educação, Política docente, Banco Mundial, OECD

Resumo

Este artigo analisa o atual foco de uma série de atores globais em relação às práticas e às políticas docentes. Objetiva também compreender o que isso significa para a governança de professores nos sistemas nacionais de educação. Por intermédio de uma leitura histórica e contemporânea a respeito das formas com que os atores globais procuram administrar o trabalho dos professores, defendo a ideia de que uma mudança importante no locus do poder ocorreu. O artigo demonstra como os mecanismos de governança global de professores estão sendo transformados, da "educação como desenvolvimento (nacional)" e "definição de normas" Ã  "aprendizagem como desenvolvimento (individual)” e “comparação competitiva". No entanto, apesar das tendências para uma convergência das agendas entre esses atores globais, pode-se observar, no entanto, diferenças importantes entre eles, bem como sobre a influência das configurações nacionais. Concluo o artigo, examinando os limites e as possibilidades de governar à distância (global), bem como as contradições e clivagens inerentes aos enquadramentos neoliberais das políticas docentes para a formação do bom professor.

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Biografia do Autor

  • Susan L. Robertson, University of Bristol

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    Welcome! As you can see from my CVpublications and projects listed on this and my personal website, my great passion is researching and writing about the political economy of the education sector – from the global to the regional, local and individual.

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Publicado

2013-03-17

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

“Situando” os professores nas agendas globais de governança. (2013). Teoria E Prática Da Educação, 15(2), 9-24. https://doi.org/10.4025/tpe.v15i2.20178