Universidades populares

França (XIX) e Portugal (XX)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e200

Palavras-chave:

universidades operárias, universidade popular na França, universidade popular em Portugal

Resumo

Discorrer sobre a origem das universidades populares na França do século XIX e em Portugal no XX é a proposta deste artigo. A ideia de uma formação para os operários ganhou proporção após a Revolução Francesa (1789), especificamente, após o projeto de Instrução Pública de Condorcet e os desdobramentos da Comuna de Paris (1871). Porém, enquanto espaço próprio, as universidades surgem a partir de 1896 com George Deherme e com as Bolsas de Trabalho, por Fernand Peloutier. Com base nesses apontamentos o trabalho se debruça para a compreensão da origem dessas instituições, sua expansão na França e influência em terras portuguesas. Esta pesquisa é de natureza histórica, fundamentada na História Cultural e busca demonstrar o surgimento das universidades populares, identificando a forma como elas foram idealizadas, constituídas e representadas.

Biografia do Autor

  • Paula Josiane Almeida, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, PR

    Graduada em Pedagogia, pela Universidade Estadual do Paraná, especialista em Metodologia da Ação Docente pelo Centro Universitário de União da Vitória, mestra e doutoranda em Educação, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

  • Rosa Lydia Teixeira Corrêa , Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Curitiba, PR

    Graduada em Pedagogia, pela Universidade Federal do Pará (1983), mestra em Educação, pela Universidade Estadual de Campinas (1991) e doutora em História Econômica, pela Universidade de São Paulo (2000). Pós-Doutorado pela Universidade de Salamanca/Es. Atualmente é professora titular do Programa de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado em Educação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

Publicado

17.12.2021

Como Citar

Universidades populares: França (XIX) e Portugal (XX). (2021). Revista Brasileira De História Da Educação, 22(1), e200. https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e200