A auto-organização como agente do processo criativo e laboratório de significação musical

Auteurs-es

DOI :

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v44i1.62240

Mots-clés :

processo criativo; auto-organização; composição musical.

Résumé

Este artigo apresenta uma reflexão sobre a minha prática acadêmica atuando no diálogo entre música e ciência que é aqui apresentado como um campo fértil para criatividade e auto-organização. A partir das noções de criatividade de Boden (Boden, 2009; 2004; Boden & Theobald, 1999) e da teoria da Percepção Ecológica de Gibson (1966), o texto discute o processo criativo  na interação com o sujeito, seja ele autor ou espectador. Essa discussão é ancorada ao ponto de vista no qual a criatividade é inserida num campo de força que age sobre o sujeito. Os sujeitos em maior ou menor grau são sensibilizados e desenvolvem a capacidade de entender como dialogam com esse campo de força que eles iniciam, muitas vezes, mas não dirigem totalmente. O texto é também construído par e passo com a apresentação de composições, nas quais apresento vários dos aspectos teóricos discutidos no artigo.

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Publié

2022-07-26

Numéro

Rubrique

Filosofia

Comment citer

A auto-organização como agente do processo criativo e laboratório de significação musical. (2022). Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 44(1), e62240. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v44i1.62240

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