Entre a Psicanálise e o Romantismo: a razão, o limite e a civilização - doi: 10.4025/actascilangcult.v34i1.9768
DOI:
https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v34i1.9768Palavras-chave:
Freud, Escola de Iena, Iluminismo, inconsciente, culturaResumo
O objetivo deste trabalho é contextualizar e problematizar as semelhanças e diferenças entre o modo como a Psicanálise e o Romantismo tratam a (necessidade da) razão. Partindo da ideia de racionalidade e de domínio da natureza e do desejo, mostraremos como essas duas disciplinas possuem o mesmo objeto de análise, mas métodos e perspectivas diferentes de abordá-lo. Para isso, em alguns momentos será necessário situar tanto a Psicanálise quanto o Romantismo frente ao Iluminismo. Como parâmetro para o nosso estudo, tomaremos o texto A posição de Freud na moderna história das ideias, de Thomas Mann, onde o autor destaca o modo como a psicanálise ao mesmo tempo preza pela racionalidade mas não recai no naturalismo científico.
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