Entre a Psicanálise e o Romantismo: a razão, o limite e a civilização - doi: 10.4025/actascilangcult.v34i1.9768

Autores

  • Eduardo Melo França Universidade Federal de Pernambuco - UFP

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v34i1.9768

Palavras-chave:

Freud, Escola de Iena, Iluminismo, inconsciente, cultura

Resumo

O objetivo deste trabalho é contextualizar e problematizar as semelhanças e diferenças entre o modo como a Psicanálise e o Romantismo tratam a (necessidade da) razão. Partindo da ideia de racionalidade e de domínio da natureza e do desejo, mostraremos como essas duas disciplinas possuem o mesmo objeto de análise, mas métodos e perspectivas diferentes de abordá-lo. Para isso, em alguns momentos será necessário situar tanto a Psicanálise quanto o Romantismo frente ao Iluminismo. Como parâmetro para o nosso estudo, tomaremos o texto A posição de Freud na moderna história das ideias, de Thomas Mann, onde o autor destaca o modo como a psicanálise ao mesmo tempo preza pela racionalidade mas não recai no naturalismo científico.

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Biografia do Autor

  • Eduardo Melo França, Universidade Federal de Pernambuco - UFP
    Autor do livro “Ruptura ou amadurecimento? Uma análise dos primeiros contos de Machado de Assis”. Editora da Universidade Federal de Pernambuco, 2008. Atualemnte é doutorando do curso de Teoria da Literatura do Progarama de Pós-Graduação em Letras da UFPE. Em 2008 obteve o grau de Mestre em Teoria da Literatura também pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE.

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Publicado

2011-12-21

Edição

Seção

Literatura

Como Citar

França, E. M. (2011). Entre a Psicanálise e o Romantismo: a razão, o limite e a civilização - doi: 10.4025/actascilangcult.v34i1.9768. Acta Scientiarum. Language and Culture, 34(1), 49-57. https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v34i1.9768

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