Tecnologias genéticas, deficiências e a promessa de uma vida feliz
DOI:
https://doi.org/10.4025/imagenseduc.v5i2.24052Keywords:
deficiências, engenharia genética, vida feliz, Teoria Crítica.Abstract
Os progressos científicos, sobretudo os que dizem respeito à s tecnologias genéticas, têm sido anunciados como uma liberdade de escolha sem precedentes, como possibilidade de propiciar aos sujeitos que fogem à normalidade uma vida digna. Tais promessas dar-se-iam pela manipulação dos genes, estes programados cientificamente. Com o objetivo de refletir sobre o uso da engenharia genética com seus dilemas e implicações, este ensaio se reporta à produção cinematográfica intitulada Gattaca: a experiência genética, do diretor Andrew Niccol, no intuito de problematizar o discurso da busca de melhorias da vida do homem, pautado por proposições científicas que cada vez mais tendem a almejar a ordenação das diferenças em nosso mundo, com a promessa ou a efetiva oferta de intervenções que viabilizariam, via ciência, uma vida feliz.
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