Respiração oral: análise do nível de conhecimento dos profissionais da educação infantil

Autores

  • Juliana Godoi Kazakevich Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná Autor
  • Olinda Teruko Kajihara Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/tpe.v15i3.25486

Palavras-chave:

Respiração oral, Rinite alérgica, Hipertrofia das tonsilas faríngeas, Educação Infantil

Resumo

Neste estudo, foi avaliado o nível de conhecimento de profissionais que atuam na Educação Infantil sobre
as causas e consequências da respiração oral no desenvolvimento infantil. Participaram da pesquisa 75
professores, educadores e estagiários de cinco Centros de Educação Infantil de uma cidade do Paraná.
Como instrumento, foi aplicado um questionário contendo questões abertas e fechadas para a investigação
do nível de formação profissional e do conhecimento dos docentes sobre a rinite alérgica, a hipertrofia das
tonsilas faríngeas, a respiração oral e suas implicações no desempenho escolar. Verificou-se que os
participantes possuem conhecimentos superficiais sobre as doenças obstrutivas e a respiração oral, e que,
por isso, é preciso investir na formação continuada desses profissionais. A qualificação é necessária para
que o professor possa ajudar na identificação do aluno com rinite alérgica ou com hipertrofia das
adenoides, pois o tratamento médico precoce é fundamental para que a respiração oral não prejudique seu
desenvolvimento e sua aprendizagem.

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Biografia do Autor

  • Juliana Godoi Kazakevich, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná

    Mestre em Educação pela Universidade Estadual de
    Maringá – Paraná.

  • Olinda Teruko Kajihara, Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Paraná

    Doutora em Psicologia Escolar e Desenvolvimento Humano
    pela Universidade de São Paulo (USP). Professora do
    Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade
    Estadual de Maringá – Paraná. 

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Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Respiração oral: análise do nível de conhecimento dos profissionais da educação infantil. (2014). Teoria E Prática Da Educação, 15(3), 35-50. https://doi.org/10.4025/tpe.v15i3.25486