INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO: AS DISCUSSÕES SOBRE A TERMINALIDADE ESPECÃFICA E A NECESSIDADE DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
DOI:
https://doi.org/10.4025/tpe.v21i1.45228Palavras-chave:
Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia, Pessoas com Deficiência, Terminalidade Específica.Resumo
Resumo: Este artigo apresenta uma discussão sobre a profissionalização das pessoas com deficiência nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs). Discutimos a reserva de vagas nos processos seletivos e os desafios dos IFs frente a essa nova realidade. Entendemos que, frente a história de predomínio da negligência do poder público na preparação profissional das pessoas com deficiência, a ampliação do ingresso nos IFs é uma oportunidade relevante de formação para o trabalho. Além disso, apontamos para a necessidade de ampliar as discussões sobre formas de organização diferenciadas dos processos educacionais e a importância do Atendimento Educacional Especializado (AEE) no ensino profissional para a permanência dos alunos e constituição de uma formação que atenda à s necessidades desses sujeitos, principalmente da indicação do uso da terminalidade específica para a certificação.
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