La Liga del Magisterio Catarinense

docencia, género y acción política (Santa Catarina, primera mitad del siglo XX)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhe.v26.2026.e416

Palabras clave:

Historia de la Educación, historia de la profesión docente, asociacionismo docente

Resumen

Este artículo aborda la formación y actuación de la Liga del Magisterio Catarinense, una asociación de ayuda mutua que congregó a docentes de educación primaria entre 1924 y 1929. Las afiliadas cuya trayectoria fue rastreada en este estudio tenían como característica común, además de la profesión, el hecho de ser mujeres. Como principales logros, la Liga se organizó en torno a demandas como la equiparación salarial entre profesoras y profesores, así como la derogación de la ley que prohibía el matrimonio a las profesoras de los Grupos Escolares. Para ello, se moviliza un conjunto documental compuesto por el Estatuto de la Liga (1925), notas de prensa y los términos de registro de la Dirección de Instrucción. Como marco teórico, se consideró la operatividad de las prácticas (Certeau, 1985) y su categorización como estrategias o tácticas (Certeau, 2009). Interesó rastrear las representaciones en disputa en torno a la actuación de la Liga, con el fin de visibilizar la diversidad de sujetos que atravesaron la categoría.

Biografía del autor/a

  • Carolina Cechella Philippi, Universidad Estatal Paulista

    Professora Assistente do Departamento de Educação Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara (UNESP - Campus de Araraquara). Doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Unicamp (FE/ Unicamp).

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Publicado

2026-06-16

Número

Sección

Artículo original

Cómo citar

Philippi, C. C. . (2026). La Liga del Magisterio Catarinense: docencia, género y acción política (Santa Catarina, primera mitad del siglo XX). Revista Brasileira De História Da Educação, 26(1), e416. https://doi.org/10.4025/rbhe.v26.2026.e416