Carta de uma orientadora
a pesquisa como ato de escuta e afeto
Resumo
No livro “Carta de uma orientadora”, Débora Diniz apresenta uma escrita acolhedora e politicamente engajada sobre o fazer acadêmico para além dos conselhos metodológicos. A obra com viés afetivo, mas também crítico, é destinado a estudantes e pesquisadoras iniciantes e que já estão na carreira, especialmente mulheres, a fim de construir uma narrativa que entrelaça escuta, cuidado, práticas de escrita e relações de poder nos ambientes de pesquisa. Em linguagem acessível, Diniz reivindica uma epistemologia da ternura e propõe que a escrita acadêmica seja mais do que técnica, seja também gesto de coragem e construção coletiva.
Downloads
Referências
DIDI-HUBERMAN, Georges. Sobrevivência dos vaga-lume. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011.
DINIZ, Debora. Carta de uma orientadora: sobre pesquisa e escrita acadêmica. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2024.
Copyright (c) 2025 Revista de Ciências Jurídicas UEM

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Copyright (c) 1997 Revista de Ciências Jurídicas
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Isso significa que é permitido:
1. Compartilhar: copiar e redistribuir o trabalho em qualquer suporte e formato.
2. Adaptar: remixar, transformar e criar a partir do trabalho.
Desde que:
1. Atribuição: a Revista seja creditada, indicando a licença utilizada e quaisquer modificações realizadas, sem sugerir que a Revista endossou o uso ou o(a/e/s) usuário(a/e/s) do trabalho.
2. NãoComercial: o conteúdo não seja utilizado para fins comerciais.
3. Sem Limites Adicionais: não sejam impostas restrições legais ou tecnológicas que impeçam outrem de realizar ações permitidas pela licença.
A Revista pode revogar tais direitos caso sejam desrespeitados os termos de licença.
