A institucionalização da discriminação do gênero feminino pela perspectiva de Thorstein Veblen

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v42i1.53785

Palavras-chave:

mulheres; antigo institucionalismo; mercado de trabalho; discriminação de gênero.

Resumo

Este ensaio traz à tona uma nova perspectiva epistemológica e teórica para os estudos de gênero, ao propor uma análise de causação circular histórica da institucionalização da discriminação do gênero feminino no mercado de trabalho brasileiro. Para Veblen as instituições são formadas por um conjunto de instintos, hábitos e comportamentos refletidos em práticas aceitas e incorporadas por um grupo ou sociedade. Com isso, apresentou-se como modelo teórico o ciclo de desenvolvimento de instituições que compreende desde os instintos inatos aos seres humanos até a legitimação e instituição de normas de comportamentos, na perspectiva da discriminação do gênero feminino no mercado de trabalho. Sabendo-se que a sociedade ainda trata de forma desigual homens e mulheres no trabalho, a proposição de um ciclo que visa compreender quais são esses comportamentos e de que forma se perpetuam na sociedade pode se tornar relevante para os estudos de gênero. Portanto, a discriminação do gênero feminino pode ser entendida como um processo histórico cumulativo de transformação de hábitos em instituições.

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Publicado

2020-07-08

Edição

Seção

Ciências Sociais

Como Citar

A institucionalização da discriminação do gênero feminino pela perspectiva de Thorstein Veblen. (2020). Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 42(1), e53785. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v42i1.53785

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