Espelhos, identidades: Brasil e seus reflexos

Autores/as

  • Eva Paulino Bueno PENNSYLVANIA STATE UNIVERSITY

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v20i0.4213

Palabras clave:

escravidão, espelhos, identidade, literatura brasileira

Resumen

Os espelhos têm sido presença constante na história cultural de muitos povos, e muitas vezes eles servem para refletir sobre a identidade, a vida religiosa, ou a vida psicológica desses povos. Na literatura da América Latina, a presença de espelhos significa que a busca da identidade, mesmo tantos anos depois que os diferentes países foram estabelecidos, ainda é um assunto importante. Usando uma afirmação de Bioy Casares, um personagem no conto “Tlön, Uqbar, Orbis Tertius” de Jorge Luis Borges como uma moldura “os espelhos e a cópula são abomináveis” esta discussão apresenta trabalhos de vários escritores brasileiros que usaram a imagem do espelho para discutir a identidade do país. Embora cada um dos escritores, Machado de Assis, Guimarães Rosa, Roberto Drummond e Helena Parente Cunha--expresse a específica ansiedade cultural de seu tempo, o que fica sempre claro é que a identidade do país não é uma receita fixa.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Publicado

2008-07-04

Número

Sección

Literatura e Linguística

Cómo citar

Bueno, E. P. (2008). Espelhos, identidades: Brasil e seus reflexos. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 20, 1-7. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v20i0.4213

Artículos similares

1-10 de 212

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.