Frankenstein, entre anjos e demônios: da recepção crítica midiática à análise semiológica

Autores

  • João Marcos Mateus Kogawa Universidade Federal de São Paulo
  • Renan Belmonte Mazzola Universidade Vale do Rio Verde

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v39i4.32406

Palavras-chave:

discurso, retórica da imagem, semiologia, retórica 3D, crítica.

Resumo

Em 2014, foi lançado o filme Frankenstein, entre anjos e demônios (I, Frankenstein). O filme suscitou alguns comentários da crítica midiática dos quais elencamos alguns para objeto de nosso estudo. A análise dos enunciados críticos revela um discurso estruturado nos eixos da moralidade, da lucratividade, da tradicionalidade e da temporalidade que produzem um efeito de sentido de desqualificação do filme como algo que ‘fere’ a noção de ‘clássico’. A partir dessa constatação, este artigo desloca a ideia de que o novo filme de Frankenstein deveria responder a uma tradição cujo marco inaugural seria o texto de Mary Shelley para apontar sentidos que a reconstrução desse mito encerra em nossa contemporaneidade. Assim, o novo Frankenstein exige uma inter-relação entre aparato técnico – a tecnologia 3D – e um mito contemporâneo – um ideal de consumo voltado para a interatividade.

 

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Biografia do Autor

  • João Marcos Mateus Kogawa, Universidade Federal de São Paulo
    Prof. Dr. da Unifesp/SP
  • Renan Belmonte Mazzola, Universidade Vale do Rio Verde
    Dr. Pela Unesp/Araraquara

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Publicado

2017-10-19

Edição

Seção

Linguística

Como Citar

Frankenstein, entre anjos e demônios: da recepção crítica midiática à análise semiológica. (2017). Acta Scientiarum. Language and Culture, 39(4), 431-439. https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v39i4.32406

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