O século XVIII é mais avançado que o XXI: uma experiência de autoetnografia

Autores

  • Fabio Akcelrud Durão Universidade Estadual de Campinas
  • Ana Karla Canarinos Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v41i2.44694

Palavras-chave:

Festival Ópera na Tela, Cosí fan tutte, autoetnografia.

Resumo

Este artigo pretende fazer uma autoetnografia cultural negativa de uma ida ao cinema para assistir à ópera Cosi fan tutte (1789), de Wolfgang Amadeus Mozart, no Shopping Galleria, em Campinas. A produção foi realizada musicalmente por Philippe Jordan e coreograficamente por Anne Teresa De Keersmaeker para a orquestra da Opéra National de Paris, lançada na Europa em 2017 e que chega ao Brasil no primeiro semestre de 2018, graças ao Festival Ópera na Tela. Tendo em vista as contradições da relação entre ópera e cinema e como essas tensões se intensificam quando transferidas do eixo Europa e EUA para países de modernização tardia, este estudo autoetnográfico da ida à ópera pretende fazer uma crítica à ideia de uma noção de tempo como progressão abstrata e homogênea.

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Publicado

2019-10-01

Edição

Seção

Literatura

Como Citar

O século XVIII é mais avançado que o XXI: uma experiência de autoetnografia . (2019). Acta Scientiarum. Language and Culture, 41(2), e44694. https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v41i2.44694

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