As categorias de modo e voz, de Gérard Genette na construção do herói-autor Mil rosas roubadas, de Silviano Santiago
DOI:
https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v45i1.65681Palavras-chave:
teoria da narrativa; foco narrativo; Diegese; estruturalismoResumo
A partir de pressupostos da Teoria da Narrativa apresenta-se este resultado de pesquisa. O tema concentra-se nos limites entre as categorias de ‘modo e voz’, desenvolvidas por Gérard Genette em Discurso da narrativa, (1979). Neste sentido, objetiva-se discutir alguns equívocos que os questionamentos sobre ‘quem fala’? e ‘quem vê’? podem desencadear em certos textos narrativos. Parte-se da hipótese de que tais confusões teóricas podem comprometer a interpretação crítica da obra literária. Os métodos empregados restringem-se ao recurso da pesquisa bibliográfica na área da Teoria Literária, sendo que, para tanto, utilizaremos como principal aporte a obra teórica Discurso da narrativa, de Gérard Genette (1979). No percurso de elucidação de nossas hipóteses, selecionaremos como corpus o romance Mil rosas roubadas, de Silviano Santiago (2014). Com semelhante estudo, espera-se chegar à compreensão dos possíveis efeitos de sentido que as categorias de ‘modo e voz’ podem trazer ao objeto artístico.
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