CAPACIDAD DE MENTALIZACIÓN MATERNA Y PREMATURIDAD: EFECTOS DE UNA INTERVENCIÓN EN UCIN

  • Márcia Pinheiro Schaefer
  • Tagma Marina Schneider Donelli Universidade do vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
Palabras clave: Mentalización, intervención psicoterapéutica temprana, recién nacidos. prematuros

Resumen

Las interacciones madre-hijo y su impacto en la formación de la psique son estudiados por la teoría del apego, destacando la capacidad de mentalización materna como factor determinante en la formación de una unión segura. Este estudio tuvo como objetivo comprender cómo una intervención psicoterapéutica realizada con doble materno-infantil temprana durante el ingreso en la UCIN, afecta la capacidad de mentalización materna por la intervención investigación cualitativa, estudio exploratorio y descriptivo de casos múltiples, con las evaluaciones antes y después de la intervención. Se incluyeron dos díadas madre-hijo temprana ingresados en UCIN. Se utiliza como instrumentos antes de la intervención: Hoja socio-demográficas y clínicas de datos, Entrevista Historia de la Madre de la Vida; y después de: Entrevista Historia de internamiento. los datos se analizaron a través de dos temas: a) las representaciones maternas de la misma; b) las representaciones maternas del bebé. No hubo cambio en la capacidad de mentalización materna, lo que favorece el vínculo madre-bebé y la posible implementación de las intervenciones dirigidas a las primeras relaciones temprana madre-bebé en la UCIN.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor/a

Márcia Pinheiro Schaefer
Psicóloga,especialista em Psicoterapia Psicanalítica pela Estudos Integrados de Psicoterapia Psicanalítica (ESIPP), mestre em Psicologia Clínca pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
Tagma Marina Schneider Donelli, Universidade do vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
Doutora em psicologia e professora do Programa de Pós Graduação - UNISINOSCa

Citas

Anjos, L.S., Lemos, D.M., Antunes, L. A., Andrade, J.M.O., Nascimento, W.D.M., & Caldeira, A. P. (2012). Percepções maternas sobre o nascimento de um filho prematuro e cuidados após a alta. Rev. Bras.Enferm., 65(4), 571-577.

Bateman, A. & Fonagy, P. (2006). Mentalization-based treatment for borderline personalyty disorder: a practical guide. Oxford, Reino Unido: Oxford University Press.

Bondía, J. L. (2002). Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação, (19), 20–28.

Cabral, S.A.; Levandowski, D.C. (2011). Representações maternas de mães adultas: relato clínico a partir da Entrevista R. Psicol. Clín.,23 (2), 37 – 52.

Camarneiro, A. P. F., Alves, C.A.N., Ferreira, A.P.C., & Gomes, A.I.F. (2015). Interação mãe-bebé prematuro numa Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais. Acta Paediatrica, 40 (2), 53–57.

Cohen, N., Muir, E., & Lojkasek, M. (1999). Watch, wait, and wonder: Testing the effectiveness of a new approach to mother-infant psychotherapy. Infant Mental Health Journal, 20(4), 429–451. Recuperado em 01 de agosto, de 2014, de http://sundspsykologerna.se/files/Cohen-et-al-1999-WWW.testing-the-effectiveness-IMHjournal.pdf

Caron, N.A.; Lopes, R. de C. S. (2014). Aprendendo com as mães e os bebês: sobre a natureza humana e a técnica analítica. Porto Alegre, Brasil: Dublinense.

Dalbem, J. X., & Dalbosco, D. D. (2005). Teoria do apego: bases conceituais e desenvolvimento dos modelos internos de funcionamento. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 57(1), 12–24.

Eizirik, M., & Fonagy, P. (2015). Terapia de Mentalização. In C.L. Eizirik, & S. Schestatsky. Psicoterapia de Orientação Analítica . 3 ed. (pp.455-464). Porto Alegre: Artmed.

Ensink, K., Fonagy, P., Normandin, L., Berthelot, N., & Biberdzic, M. (2015). O papel protetor da mentalizaçao de experiências traumáticas: implicações quando da entrada na parentalidade. Estilos Clín., 20(1), 76–91.

Faccini, A. (2011). Vínculos afetivos e capacidade de mentalização na alienação parental. Dissertação de mestrado não publicada. Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

Ferraz, F. (2010). A somatização no campo da psicopatologia não-neurótica. Ver. SBPH, 13(2), 27–28.

Fonagy, P. (2001). Attachment theory and psychoanalisis. New York, USA: Other.

Freire, T. C. G., & Charterlard, Daniela, S. (2009). O aborto é uma dor narcísica irreparável ? Revista Mal -Estar e Subjetividade, 9, 1007–1022.

Gil, A. C. (2010). Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo, Brasil: Atlas.

Godinho, T. J.L.C. G. (2015). Contributos para a compreensão do processo de empatia e do seu desenvolvimento. Tese de doutorado não publicada, Programa de Pós graduação em Psicologia, universidade de Évora. Recuperada em 10 de dezembro, de 2015, de http://hdl.handle.net/10174/14535

Gonzáles-Serrano, F., Lasa, A., Hernanz, M., Tapia, X., Torres, M., Castro, C., & Ibañez, B. (2012). Maternal attachment representations and the development of very low birth weight premature infants at two years of age. Infant Mental Health Journal, 33(5), 477–488.

Kupfer, M.C., Bernardino, L.M.F., Mariotto, R.M., & Taulois (2015). Metodologia IRDI nas creches: um acompanhamento do desenvolvimento psíquico na primeira infância. In M.C.

Kupfer & M. Szejer (Orgs). Luzes sobre a clínica e o desenvolvimento de bebês: novas pesquisas, saberes e intervenções (pp. 35 -47). São Paulo, Brasil: Instituto Lagage.

Laznik, M.C., & Burnod, Y. (2015). O ponto de vista dinâmico neuronal sobre as intervenções precoces. In M.C. Kupfer & M. Szejer (Orgs). Luzes sobre a clínica e o desenvolvimento de bebês: novas pesquisas, saberes e intervenções (pp. 17-35). São Paulo, Brasil: Instituto Lagage.

Pinto, E. (2009). O desenvolvimento do comportamento do bebê prematuro no primeiro ano de vida. Psicol Refl. Crít..

Ramires, V. R. R., & Schneider, M. S. (2010). Revisitando alguns conceitos da teoria do apego: comportamento versus representação? Psic.: Teor. e Pesq., 26, 25–33.

Rocha, V., Guerra, M. P., & Maciel, M. J. (2010). Dependência tabágica, assertividade e alexitimia em doentes cardíacos. Paidéia, 20(46), 155–164.

Rosa, R. Da, Martins, F. E., Gasperi, B. L., Monticelli, M., Siebert, E. R. C., & Martins, N. M. (2010). Mãe e filho: os primeiros laços de aproximação. Esc. Anna Nery, 14(1), 105–112.

Silva, A.N., Vasco, A.B, & Watson, J.C. (2013). Quando o cliente pensa que não sente e sente o que não pensa: Alexitimia e psicoterapia. Análise Psicológica , 2 (31), 197-211.

Tong, A., Sainsbury, P., & Craig, J. (2007). Consolidated criteria for reporting qualitative research (COREQ): A 32-item checklist for interviews and focus groups. International Journal for Quality in Health Care, 19(6), 349–357. Recuperado de 12 de dezembro , de 2015, de http://doi.org/10.1093/intqhc/mzm042

Tuters, E., Doulis, S., & Yabsley, S. (2011). Challengers working with infants and their families: symptoms and meanings-two approaches of infant-parent psychotherapy. Infant Mental Health,, 32(6), 632–649.

Viegas, P.C., Ramires, V. R.R. (2012). Pré-adolescentes em psicoterapia: capacidade de mentalização e divórcio altamente conflitivo dos pais. Estud. Psicol.(Campinas), 29, 841-849.

Zanatta, D., & Benetti, S. (2012). Representação mental e mudança terapêutica : uma contribuição da perspectiva psicanalítica da teoria das relações objetais. Psic.: Teor.e Pesq., 28(1), 93–100.

Yin, R. K. (2005). Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre, Brasil: Bookman

Publicado
2017-01-06
Cómo citar
Schaefer, M. P., & Donelli, T. M. S. (2017). CAPACIDAD DE MENTALIZACIÓN MATERNA Y PREMATURIDAD: EFECTOS DE UNA INTERVENCIÓN EN UCIN. Psicologia Em Estudo, 21(4), 617-627. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v21i4.31775
Sección
Artigos originais

 

0.3
2019CiteScore
 
 
7th percentile
Powered by  Scopus

 

 

0.3
2019CiteScore
 
 
7th percentile
Powered by  Scopus