MATERNIDAD DE LOS NIÑOS CON TRASTORNO DE DEFICIT DE ATENCIÓN/HIPERACTIVIDAD: CONTRIBUCIONES PSICOANALÍTICAS

Palabras clave: Trastorno por déficit de atención con hiperactividad, psicoanálisis, relaciones madre-hijo.

Resumen

El Trastorno por Déficit de Atención con Hiperactividad (TDAH) es un trastorno
del neurodesarrollo caracterizado por desatención, hiperactividad e impulsividad. Su origen permanece bajo investigación, indicando la susceptibilidad genética en interacción con factores ambientales, principalmente la vida en familia, como componentes importantes de la etiología. En este estudio se buscó comprender la experiencia materna de mujeres con hijos diagnosticados con TDAH. Para tanto, se desarrolló una investigación cualitativa empleando el método clínico-cualitativo y las Narrativas Transferenciales como estrategia metodológica. La prueba Apercepción Temática Infantil, forma Animal - CAT-A fue utilizada como mediador en la entrevista. El psicoanálisis Winnicottiana fue adoptado como referencial teórico para la interpretación de los resultados. Las participantes fueron cuatro madres de niños diagnosticados con TDAH. El análisis interpretativo mostró que las madres experimentaron angustias desde la gestación y nacimiento de los niños, ellas tuvieron dificultades para entrar en sintonía con los hijos al inicio de la vida y no tuvieron condiciones objetivas y emocionales para experimentar la devoción y manifestaron limitaciones para vincularse con ellos y ofrecerles holding. Esas dificultades en la relación inicial eran derivadas de vivencias depresivas latentes o manifiestas de las madres, que dificultaban ayudar a los hijos a alcanzar la capacidad para las experiencias transicionales, para el juego y para la simbolización; estos parecían responder a apatía materna por su gesto creativo por medio de una motricidad exacerbada y sin objetivos. El artículo alerta sobre la necesidad de atención y acompañamiento psicoterapéutico para la madre y no sólo para el niño con TDAH.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor/a

Ana Paula Mucha Tonetto, FFCLRP Universidade de São Paulo

Psicóloga

Possui Mestrado em Ciências da Saúde, Psicologia, pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo, Brasil (2017). Aprimoramento em Psicologia Clínica na Saúde Reprodutiva da Mulher pela Universidade Estadual de Campinas, Brasil (2011). Graduação em Psicologia pela Universidade Estadual Paulista, Campus Assis/SP - Brasil (2009).

Valeria Barbieri, Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo
Docente do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo. Possui graduação em Psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, Mestrado e Doutorado em Psicologia Clínica pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Realizou pós-doutorado na Universidade Paris Diderot - Paris 7, com bolsa PDE do CNPq. Livre Docência em Psicodiagnóstico: Enfoque Avaliativo e Interventivo pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto. 

Citas

Aiello-Vaisberg, T. M. J., Machado, M. C. L., Ayouch, T., Caron, R., & Beaune, D. (2009). Les récits transferenciels comme presentation du vécu clinique: une proposition méthodologique. In D. Beaune (Org.), Psychanalyse, philosophie, art: dialogues (pp. 39-52). Paris: L'Harmattan.

American Psychiatric Association (APA). (2014). Diagnostic and statistical manual of mental disorders. Washington, DC: Author.

Barbieri, V. (2015). A experiência materna de mulheres brasileiras, francesas e magrebinas e o desenvolvimento do Self infantil. Tese de livre Docência. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo.

Bellak, L. & Bellak S.S. (2010). Teste de Apercepção Infantil com Figuras Humanas. São Paulo: Vetor. (Trabalho original publicado em 1965).

Benczik, E. B. P. (2010). Transtorno de déficit de Atenção. São Paulo, SP: Casa do Psicólogo.

Benczik, E. B. P., & Casella, E. B. (2015). Compreendendo o impacto do TDAH na dinâmica familiar e as possibilidades de intervenção. Revista Psicopedagogia, 32(97), 93-103.

Bonfim, I. H. B. F. (2015). Narrativas maternas: um estudo transcultural com mães brasileiras e francesas. Tese de doutorado. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo.

Cheida, R. S., & Monteiro, M. S. A. (2014). Sobre os sentidos sócio-técnicos da interação entre o metilfenidato e o conhecimento neurológico do TDA/H. Anais da ReACT-Reunião de Antropologia da Ciência e Tecnologia, (1). Campinas, SP.

Couto, D. P., & Castro, J. E. (2015). Da higiene mental à higiene química: contribuições para um contraponto entre a criança tomada como objeto pelo higienismo e como sujeito de sua verdade pela psicanálise. Cadernos de Psicanálise, 37(32), 135-157.

Dumas, J. E. (2011). Psicopatologia da infância e da adolescência. Porto Alegre, RS: Artmed.

Gau, S. S. F., & Chang, J. P. C. (2013). Maternal parenting styles and mother–child relationship among adolescents with and without persistent attention-deficit/hyperactivity disorder. Research in developmental disabilities, 34(5), 1581-1594.

Harvey, E. A., Metcalfe, L. A., Herbert, S. D., & Fanton, J. H. (2011). The role of family experiences and ADHD in the early development of oppositional defiant disorder. Journal of consulting and clinical psychology, 79(6), 784-795.

Heck, V. S. (2014). A influência das invasões ambientais nos sintomas de ansiedade infantil: uma experiência de psicodiagnóstico interventivo (Tese de doutorado) Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

Hora, A. F., Silva, S., Ramos, M., Pontes, F., & Nobre, J. P. (2015). A prevalência do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): uma revisão de literatura. Psicologia, 29(2), 47-62.

Kappel, D. (2016). Estudo da interação entre o gene LPHN3 e o agrupamento gênico NTAD no TDAH em adultos (Dissertação de mestrado, Instituto de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Laidlaw, C., & Howcroft, G. (2015). Encountering a cartwheeling princess: relational psychoanalytic therapy of a child with attachment difficulties and ADHD. Journal of Child & Adolescent Mental Health, 27(3), 227-245.

Mattos, P., Rohde, L. A., & Polanczyk, G. V. (2012). ADHD is undertreated in Brazil. Revista Brasileira de Psiquiatria, 34(4), 513-514.

Martins, A. C. G., Souza, N. S. D., Machado, D. D. C. D., Bastos, V. H., Orsini, M., & Barbosa, A. D. M. (2014). Historical and diagnostic trajectory of attention deficit hyperactivity disorder (ADHD): a literature review. Revista Brasileira de Neurologia, 50(2), 26-32.

Organização Mundial de Saúde. (1993) Classificação de transtornos mentais e de comportamentos da CID-10: descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Porto Alegre, RS: Artmed.

Pacheco Filho, R. A. (2000). O método de Freud para produzir conhecimento: revolução na investigação dos fenômenos psíquicos. In R. A. Pacheco Filho, N. Coelho Júnior, & M. D. Rosa (Orgs.), Ciência, pesquisa, representação e realidade em Psicanálise (pp. 235-270). São Paulo, SP: Casa do Psicólogo.

Pires, T. D. O., Silva, C. M. F. P. D., & Assis, S. G. D. (2012). Ambiente familiar e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Revista de Saúde Pública, 46(4), 624-633.

Rodrigues, A. C. P. V., & Leite, Á. J. M. (2016). Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento. Revista de Medicina da UFC, 56(2), 72.

Saldanha, M. T. (2017). Winnicott para pais e professores. Leme, SP: J. H. Mizuno.

Shimizu, H. E., & Ciampone, M. H. T. (1999). Sofrimento e prazer no trabalho vivenciado pelas enfermeiras que trabalham em unidades de terapia intensiva em um hospital escola. Revista escola enfermagem USP, 33(1), 95-106.

Schicotti, R. V. D. O. (2013). TDAH e infância contemporânea: um olhar a partir da psicanálise. (Tese de doutorado, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho).

Takeda, T., Ambrosini, P. J., Berardinis, R., & Elia, J. (2012). What can ADHD without comorbidity teach us about comorbidity? Research in developmental disabilities, 33(2), 419-425.

Turato, E. R. (2008). Tratado de Metodologia da Pesquisa Clínico-Qualitativa – Construção Teórico-Epistemológica, discussão comparada e aplicada nas áreas de saúde e humanas (3a ed.) Petrópolis, RJ: Vozes.

Winnicott, D. W. (2000). Da Pediatria à Psicanálise (D. L. Bogolometz, trad.). Rio de Janeiro, RJ: Imago. (Trabalho original publicado em 1958)

Winnicott, D. W. (2005). Tudo começa em casa (P. Sandler, trad.). São Paulo, SP: Martins Fontes. (Trabalho original publicado em 1986)

Winnicott, D. W. (2007). O ambiente e os processos de maturação (I. C. S. Ortiz, trad.). Porto Alegre, RS: Artes Médicas. (Trabalho original publicado em 1979)

Publicado
2018-08-09
Cómo citar
Tonetto, A. P. M., & Barbieri, V. (2018). MATERNIDAD DE LOS NIÑOS CON TRASTORNO DE DEFICIT DE ATENCIÓN/HIPERACTIVIDAD: CONTRIBUCIONES PSICOANALÍTICAS. Psicologia Em Estudo, 23. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v23i0.40425
Sección
Artigos originais

 

0.3
2019CiteScore
 
 
7th percentile
Powered by  Scopus

 

 

0.3
2019CiteScore
 
 
7th percentile
Powered by  Scopus