BALLET CLÃSSICO E TRANSTORNOS ALIMENTARES

Autores

  • Joseani Paulini Neves Simas Instituto Estadual de Educação de Santa Catarina Autor
  • Adriana Coutinho de Azevedo Guimarães UDESC Autor

Palavras-chave:

Ballet clássico, Distúrbios alimentares

Resumo

O ballet clássico, com sua preocupação excessiva com a estética corporal, pode promover em seus praticantes transtornos alimentares como a anorexia nervosa e a bulimia. Este estudo de revisão tem a finalidade de analisar os transtornos alimentares em bailarinos clássicos. Analisando-se o referencial teórico consultado, conclui-se que vários estudos vêm demonstrando um aumento da incidência de transtornos alimentares. A influência da mídia e da imagem da mulher magra como o ideal, deve ser considerada na etiologia dos transtornos alimentares. No ballet clássico a busca do perfeccionismo, alta expectativa, pressão por parte dos instrutores e familiares e a instabilidade emocional podem levar a tais transtornos. Estudos comprovam que a dança influencia negativamente a imagem corporal e que as classes de ballet parecem encorajar a magreza além de limites normais, podendo desencadear distúrbios alimentares.

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Biografia do Autor

  • Joseani Paulini Neves Simas, Instituto Estadual de Educação de Santa Catarina
    Em 1997 graduou-se em Educação Física (Licenciatura), pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e em 2004 concluiu Mestrado em Educacao Fisica, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atualmente é professora substituta na Universidade do Estado de Santa Catarina. Tem vasta experiência na área Dança, tendo sido professora e coreógrafa há 14 anos do Studio de Dança do Instituto Estadual de Educação (IEE). Atua na graduação e pós graduação lato sensu, tendo orientado até o momento 22 alunos Currículo Lattes

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Publicado

2008-06-04

Edição

Seção

Artigos de Revisão

Como Citar

1.
Simas JPN, Guimarães AC de A. BALLET CLÁSSICO E TRANSTORNOS ALIMENTARES. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 4º de junho de 2008 [citado 13º de junho de 2026];13(2):119-26. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/3709