Fontes processuais e educação não escolar na América portuguesa
Minas Gerais no século XVIII
DOI:
https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e194Palavras-chave:
história da educação, fontes históricas, práticas educativasResumo
O artigo analisa eventos educativos ocorridos na América portuguesa setecentista, na capitania de Minas Gerais, inscritos nas práticas pedagógicas e civilizadoras do estado e da igreja em duas dimensões: na atuação das famílias quanto à construção de estratégias para a educação das crianças e jovens, por meio de seus capitais econômicos e culturais; nas ações pedagógicas para a conformação social da população mestiça, foco nas pretensões civilizadoras e de controle. As análises valem-se de fontes que, embora já bem conhecidas da historiografia colonial, são relativamente recentes no corpus documental das pesquisas sobre a história da educação no Brasil nos séculos XVIII e XIX: os testamentos, os inventários post mortem e os processos eclesiásticos.
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