Verdade e poder nas práticas judiciárias Gregas: de Homero aos trágicos - doi: 10.4025/actascihumansoc.v33i2.10983

Autores

  • Carlos Alberto Sanches Junior Universidade Estadual Paulista - UNESP

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v33i2.10983

Palavras-chave:

tragédia grega, práticas jurídicas, direito antigo, Foucault

Resumo

A ‘história política da verdade’, promovida por Michel Foucault, passa várias vezes pelo mundo grego antigo. Numa delas, o autor analisa a tragédia Édipo Rei, de Sófocles. Sua interpretação parece estar de acordo com teses como as de Jean-Pierre Vernant, segundo o qual os concursos trágicos desempenham função marcadamente cívica no contexto da polis, e de Marcel Detienne, segundo o qual a polis inova no que tange às técnicas de produção e autenticação da verdade. O presente artigo discute as práticas judiciárias gregas (arcaicas e clássicas) a partir da positividade de seus respectivos mecanismos de verdade, assinalando a tragédia como documento privilegiado e possível marco divisor.

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Biografia do Autor

  • Carlos Alberto Sanches Junior, Universidade Estadual Paulista - UNESP
    Bacharel em Ciências Sociais pela UNESP, Universidade Estadual Paulista. Mestrando em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação da UNESP, Universidade Estadual Paulista.

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Publicado

2011-12-19

Edição

Seção

História e Filosofia

Como Citar

Sanches Junior, C. A. (2011). Verdade e poder nas práticas judiciárias Gregas: de Homero aos trágicos - doi: 10.4025/actascihumansoc.v33i2.10983. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 33(2), 217-226. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v33i2.10983

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