As especificidades da mercadoria força de trabalho: Marx revisitado - doi: 10.4025/actascihumansoc.v34i2.18632

Autores/as

  • Pedro Antonio Vieira Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v34i2.18632

Palabras clave:

mercado de trabalho, economia política, Marx, força de trabalho, economicismo

Resumen

Partindo da noção de mercadoria fictícia de Polanyi, este artigo procura mostrar as inconsistências lógicas e os silêncios nos argumentos apresentados pelo pensamento econômico para considerar o trabalho ou a força de trabalho uma mercadoria como outra qualquer. Como a influência de Marx sobre os movimentos anticapitalistas é muito grande, considera-se necessário mostrar sua contribuição para o que denominamos economicismo científico. Seguindo o caminho aberto pelos clássicos, Marx assumiu a força de trabalho como mercadoria e sobre este suposto construiu seu edifício teórico. Para questionar esse suposto, procuraremos mostrar que a força de trabalho não se enquadra na definição de mercadoria da qual parte Marx.

 

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Biografía del autor/a

  • Pedro Antonio Vieira, Universidade Federal de Santa Catarina

    Departmento de Economia e Relações Internacionais

    Ãrea: Economia Política dos Sistemas-Mundo (EPSM)

    Coordenador do Grupo de Pesquisa em EPSM

Publicado

2012-12-13

Número

Sección

Economia

Cómo citar

Vieira, P. A. (2012). As especificidades da mercadoria força de trabalho: Marx revisitado - doi: 10.4025/actascihumansoc.v34i2.18632. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 34(2), 193-204. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v34i2.18632

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