Microcrédito: origens, pobreza e exclusão bancária no Brasil

Auteurs-es

  • Sandro Georges Helal Faculdade Astorga
  • Marina Silva da Cunha Universidade Estadual de Maringá

DOI :

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v39i3.33435

Mots-clés :

microcrédito, pobreza e exclusão bancária.

Résumé

 

Esse trabalho apresenta aspectos conceituais e históricos acerca do microcrédito. Uma vez que os mercados de crédito são imperfeitos, com falhas de mercado e racionamento do crédito, limita-se o acesso dos mais pobres ao serviço bancário e à possibilidade desses de financiar uma atividade produtiva que os auxiliaria na superação da pobreza. Apesar do crescimento do microcrédito, críticos o acusam de não ser eficaz na obtenção desse propósito. No Brasil, os programas de microcrédito surgiram de iniciativas populares e de ações de política pública, especialmente com a introdução do Programa de Microcrédito Produtivo Orientado, em 2005. Esse trabalho constatou a dificuldade de acessar os serviços bancários em geral, problema conhecido como exclusão bancária. As pessoas mais pobres e isoladas são as que mais sofrem com esse problema, dada uma forte correlação entre a ausência de serviços bancários e a pobreza no Brasil. Destaca-se que o correspondente bancário não amenizou esse problema, pois, apesar de oferecer os serviços bancários essenciais, não está apto a fornecer o microcrédito.

 

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Biographies de l'auteur-e

  • Sandro Georges Helal, Faculdade Astorga

    Economista - FECEA - UNESPAR - APUCARANA - PR

    Mestre em Teoria Econômica - UEM - Maringá - PR

     

  • Marina Silva da Cunha, Universidade Estadual de Maringá
    Pós-Doutora em Economia pela Universidade de Brasília (UnB). Professora titular da UEM

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Publié

2017-12-27

Numéro

Rubrique

Economia

Comment citer

Helal, S. G., & Cunha, M. S. da. (2017). Microcrédito: origens, pobreza e exclusão bancária no Brasil. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 39(3), 293-303. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v39i3.33435

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