Pétalas de sangue: natureza, violência e redenção no Quênia pós-colonial

Autores

  • Angela Lamas Rodrigues Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v36i3.21613

Palavras-chave:

modernidade colonialista, dominação cultural, agência, utopia

Resumo

Este trabalho discute o processo de domesticação do ambiente natural africano, tal como retratado em Pétalas de Sangue, do escritor e crítico queniano, Ngugi wa Thiong’o (1991), com o objetivo de entender como o romance representa a relação entre dominação cultural e exploração econômica da terra e da mão de obra, levadas a cabo pelos britânicos no Quênia, e detectar, na trajetória dos personagens, a existência ou não de formas de agência capazes de minimizar os impactos do colonialismo. Tem-se como hipótese a construção de uma dialética entre violência e redenção, tecida ao longo da narrativa a partir da formação de novas subjetividades e da convivência assimétrica entre diferentes modos de vida, para os quais o ambiente natural apresenta valores opostos.

 

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Biografia do Autor

  • Angela Lamas Rodrigues, Universidade Estadual de Londrina
    Professora doutora no Departamento de Letras Estrangeiras Modernas e no Programa de Pós-Graduação em Letras da Univesidade Estadual de Londrina.

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Publicado

2014-08-25

Edição

Seção

Literatura

Como Citar

Pétalas de sangue: natureza, violência e redenção no Quênia pós-colonial. (2014). Acta Scientiarum. Language and Culture, 36(3), 275-281. https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v36i3.21613

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