No espelho da memória: Macau, lugar mítico de (re)construção da identidade na obra de Maria Ondina Braga
DOI:
https://doi.org/10.4025/actascilangcult.v38i1.26921Palavras-chave:
alteridade, identidade, Macau, imagens, exotismo, imagologia, literatura portuguesaResumo
Nascida em Braga, em janeiro de 1932, onde também faleceu (março de 2003), a escritora e tradutora portuguesa Maria Ondina Braga cruzou vários continentes, tendo vivido na Inglaterra, na França, na Ãndia, em Angola, em Macau e na China. Estas digressões pelos diversos cantos do mundo são ficcionalizadas em suas narrativas, como sucede em Estátua de Sal (Braga, 1965b) e Passagem do Cabo (Braga, 1994), que constituirão o nosso corpus de análise. Desse modo, por meio da imagologia, equacionaremos os mecanismos utilizados pela narradora no processo de reconstrução da identidade, através da memória e da alteridade, em confronto com o outro exótico, tendo como cenário Macau.
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Copyright (c) 2026 Dora Maria Nunes Gago

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