Fatores de risco para fadiga crônica em pacientes pós COVID-19 após 12 meses: estudo de coorte

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v35i1.3522

Palavras-chave:

Fadiga, Dispneia, Pós-COVID-19, Sedentarismo, Funcionalidade

Resumo

Objetivo: Investigar a prevalência da fadiga em pacientes com COVID-19 após um mês e doze meses do diagnóstico e as variáveis preditoras. Metodologia: Estudo de coorte com pacientes diagnosticados com infecção por SARS-CoV-2 que preencheram questionário online um mês e um doze meses após o início dos sintomas da COVID-19, que consistia em dados sociodemográficos, manifestações sintomáticas causadas pela COVID-19, comorbidades, fadiga e funcionalidade. A análise multivariada foi realizada para estabelecer quais variáveis prediziam melhor o modelo proposto. Resultados: Após analisar um total de 299 indivíduos, observou-se que 159 (53,2%) e 140 (46,8%) apresentaram fadiga após 30 dias e um ano, respectivamente. Além disso, 85 (28,4%) indivíduos apresentaram dispneia após 30 dias, e 75 (25,1%) após um ano, com predominância do sexo feminino. As variáveis preditoras identificadas para a presença de fadiga após um ano foram: sedentarismo após 1 ano p=(0.06), limitação do estado funcional  após 30 dias p=0.02 e dispneia após 1 ano p=0.01. Conclusão: Sedentarismo, limitação do estado funcional e dispneia são seus fatores de risco.

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Publicado

2024-07-21

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

1.
Araujo G, Silva LA da, Serassuelo Junior H, Laskoviski L, Felcar JM, Trelha CS, et al. Fatores de risco para fadiga crônica em pacientes pós COVID-19 após 12 meses: estudo de coorte. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 21º de julho de 2024 [citado 13º de junho de 2026];35(1):e-3522. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/70095