Efeitos agudos de treinamento de força com diferentes intensidades sobre marcadores inflamatórios de mulheres com obesidade severa

Autores

  • Thaurus Cavalcanti Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE, Brasil Autor https://orcid.org/0000-0002-6470-8169
  • Luís Felipe de Almeida Diniz Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE, Brasil Autor https://orcid.org/0000-0002-0482-0204
  • Luiz Fernando de Lima Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE, Brasil Autor https://orcid.org/0000-0003-4980-1709
  • Bárbara Amaral Bruno Silva Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE, Brasil Autor https://orcid.org/0000-0001-5866-0288
  • José Cristiano Faustino dos Santos Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE, Brasil Autor https://orcid.org/0000-0003-4011-2886
  • Madi Veiga Diniz Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE, Brasil Autor
  • Virgínia Maria Barros de Lorena Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife-PE, Brasil Autor
  • Paulo Roberto Cavalcanti Carvalho Universidade Federal de Pernambuo (UFPE), Recife-PE, Brasil Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v33i1.3358

Palavras-chave:

obesidade mórbida, treinamento de resistência, citocinas, inflamação, saúde da mulher

Resumo

Este estudo objetivou comparar os efeitos agudos entre uma sessão de treinamento de força de alta versus moderada intensidade sobre marcadores inflamatórios em mulheres com obesidade severa. Estudo experimental do tipo cross-over, realizado com mulheres adultas com obesidade severa (IMC ≥ 40,0 kg/m²; idade ≥ 18 anos). Cada participante realizou uma sessão de treinamento de força de alta e de moderada intensidade (HIRT e MIRT, respectivamente) com intervalo de 7 dias entre as sessões. Quatro exercícios foram realizados em ambos os protocolos, com volume total de treino equalizado. O MIRT consistiu em 3 séries de 8 repetições cada, com intensidade de 75% de 1RM, enquanto o HIRT consistiu em 2 séries de 6 repetições, seguidas de um descanso de 20 segundos, com nova execução de 2 a 3 repetições, com mais um descanso de 20s e finalização com mais 2 a 3 repetições, com intensidade de 85% de 1RM. Amostras de sangue foram coletadas antes, 15 minutos após e 24 horas após ambos os protocolos de treino. Os marcadores inflamatórios analisados foram IL-2, IL-4, IL-6, IL-10, TNF-α e IFN-γ. Nove participantes completaram a intervenção (n=9; 35,2 ± 10,93 anos; IMC = 48,3 ± 5,06 kg/m²). O teste U de Mann-Whitney mostrou que não houve diferença significativa entre HIRT e MIRT na concentração dos marcadores. O teste de Friedman não mostrou diferenças significativas entre as medidas intragrupo para HIRT e MIRT. Esta pesquisa sugere que uma única sessão de treinamento de força de alta ou moderada intensidade não altera o estado inflamatório de mulheres com obesidade severa.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Downloads

Publicado

2022-11-08

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

1.
Efeitos agudos de treinamento de força com diferentes intensidades sobre marcadores inflamatórios de mulheres com obesidade severa. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 8º de novembro de 2022 [citado 31º de maio de 2026];33(1):e-3358. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/63208