Pode ser a educação física decolonial?
DOI:
https://doi.org/10.4025/jphyseduc.v36i1.3616Palavras-chave:
Educação física, Pedagogias, Decolonialidade, Práticas corporificadasResumo
O presente ensaio propõe-se a levantar reflexões acerca de formas ‘outras’ de pensar a educação física e nela intervir, partindo da seguinte questão: pode ser a educação física decolonial? Por meio de autores/as que problematizam a modernidade e que perspectivam um projeto decolonial com reconhecimento e valorização de corpos diversos, o texto propõe o debate reflexivo acerca da possibilidade de uma educação física justa e comprometida com a superação da subalternidade. Nesse percurso, são levantadas questões acerca da modernidade e sua face segregatória, dos traços decoloniais presentes na educação física brasileira (notadamente na década de 1990) e de perspectivas para uma educação física decolonial por meio de práticas corporificadas.
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