Educación Permanente en Salud como dispositivo para el enfrentamiento del racismo: una experiencia de aquilombamento en la Atención Básica

Autores/as

Palabras clave:

racismo, Educación Permanente en Salud, Política Nacional de Salud Integral de la Población Negra.

Resumen

Este artículo analiza un proceso de Educación Permanente en Salud en la Atención Básica, realizado mediante la articulación de un colectivo de trabajadoras destinado al avance de la Política Nacional de Salud Integral de la Población Negra, denominado Kilombra. Parte de una investigación-acción desarrollada como apoyo al colectivo, en composición con un programa de pasantías, fundamentándose en la Psicología Sociohistórica. El registro de observaciones y reflexiones provenientes de actividades semanales realizadas durante un año compusieron un diario de campo, cuyo análisis fue organizado en tres ejes: contribuciones para la racialización del cuidado; desafíos en la recolección del cuestionario raza/color; impasses frente a los actuales mecanismos de gestión. Los resultados demuestran la importancia de la Educación Permanente en Salud para fomentar espacios colectivos de sensibilización y reflexión para el reconocimiento de la raza como determinante en salud, apostando en el aquilombamento para cualificar la atención a la salud de la población negra en la atención básica.

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Biografía del autor/a

  • Elisa Zaneratto Rosa, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

    Psicóloga, mestre e doutora em Psicologia Social (PUC-SP). Professora do Curso de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social da PUC-SP.

  • Isabela Leite Concilio, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

    Mestra em Psicologia Social (PUC-SP), pesquisa a área da saúde pública, especialmente na Atenção Básica e Saúde Mental. Docente do Curso de Psicologia da Universidade Paulista (Unip).

  • Gabriel Diogo Martins , Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

    Graduado em Psicologia. Especializando em Direitos Humanos, Saúde e Relações Étnico-raciais pela Fiocruz. Atua como Psicólogo do trabalho em SindSep-SP, como educador e pesquisador, com foco em saúde coletiva e relações étnico-raciais.

  • Flávio Ferreira Altenfelder Silva , Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

    Graduado em Psicologia (PUC-SP), com especialização Lato-Sensu em Psicologia Hospitalar pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

  • Cibele Graciano Coelho Sampaio , Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

    Enfermeira graduada pela Universidade Nove de Julho. Especialista em Saúde Coletiva com ênfase em Estratégia Saúde da Família pela Universidade Federal de São Paulo. Enfermeira da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

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Publicado

2026-03-17

Cómo citar

Educación Permanente en Salud como dispositivo para el enfrentamiento del racismo: una experiencia de aquilombamento en la Atención Básica. (2026). Teoria E Prática Da Educação, 28(1). https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/TeorPratEduc/article/view/82554