Educación infantil y producción académica

(re) construyendo trayectorias de sus intelectuales (1970-1998)

Palabras clave: historia intelectual, redes de sociabilidad, itinerarios, educación infantil

Resumen

Este artículo se inserta en el contexto de la historia intelectual y tiene como objetivo analizar y presentar, aunque de manera ensayística, en el período aquí definido (1970-1998), la construcción de redes de sociabilidad en el campo intelectual de la educación infantil. Partimos de 78 artículos publicados en el área entres revistas reconocidas en el escenario brasileño. Nos basamos en las propuestas del historiador Jean-François Sirinelli y sus categorías, a saber: generaciones, itinerarios y redes de sociabilidad. Este trabajo se divide en tres partes: los grupos de investigación, sus líderes y sus publicaciones. A continuación, diseñamos itinerarios, generaciones y redes de sociabilidad de cinco ‘grandes’ intelectuales. Al final, entendemos que dicha red tuvo un papel protagónico en la circulación de ideas educativas, produciendo y asesorando materiales de visibilidad nacional. Además, formaron nuevas generaciones que actuaron y siguen actuando con protagonismo en este escenario

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor/a

Alessandra Elizabeth Ferreira Gonçalves Prado, Universidad Federal de São Carlos

Doutora e pós-doutora em História da Educação, pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Participa do grupo de pesquisas em História da Educação e Educação Infantil, pela mesma instituição. Suas pesquisas são norteadas, principalmente pelos seguintes temas: História da Educação, Políticas Educativas, Psicologia da Educação e Educação Infantil.

Alessandra Arce Hai, Universidad Federal de São Carlos, São Carlos, SP

Doutora em Educação pela Unesp/Araraquara e Pós-Doutora em História e Filosofia da Educação pela Unicamp. Professora Associada do departamento de Educação da UFSCar. Coordenadora do grupo de pesquisas em História da Educação e Educação Infantil. Autora de diversas obras dentre elas: Educação infantil: neurociências, alimentação e tecnologia pela editora Átomo e Alínea e juntamente com Lary Prochner, Helen May, Kristen Nawrotizk e Yordanka Valkanova Reimagining teaching in early 20th century experimental schools (global histories of education) pela Palgrave Macmillan.

Citas

Assis, R. A. (1986). É preciso pensar em educação escolarizada para crianças de 4 a 6 anos? Cadernos de Pesquisa, 59, 66-72.

Brandão, Z., Abramovay, M., & Kramer, S. (1981). O pré-escolar e as classes desfavorecidas. Cadernos de Pesquisa, 39, 54-62.

Brasil. Ministério da Educação e Cultura. (1981). Programa nacional de educação pré-escolar. Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1993a). Plano decenal educação para todos. Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1993b). Política de educação infantil: proposta. Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1994a). Por uma política de formação do profissional de educação infantil. Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1994b). In Anais do 1º Simpósio Ncional de Educação Infantil (p. 9-198). Brasília, DF.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1994c). In Encontro Técnico sobre Política de Formação do Profissional de Educação Infantil (p. 9-198). Brasília, DF.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1994d). Por uma política de formação do profissional de educação infantil. Brasília, DF: MEC.

Brasil, Ministério da Educação e do Desporto. (1994e). Educação Infantil no Brasil: situação atual. MEC, Brasília.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1995a). Educação infantil: bibliografia anotada. Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1995b). Critérios para um atendimento em creches e pré-escolas que respeite os direitos fundamentais das crianças. Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1996a). In Anais do 2º Simpósio Nacional de Educação Infantil e IV Simpósio Latino Americano de atenção à criança de 0 a 6 anos. Brasília, DF.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1996b). Proposta pedagógica e currículo para educação infantil: um diagnóstico e a construção de uma metodologia de análise. Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1998a). Subsídios para elaboração de diretrizes e normas para Educação Infantil (versão preliminar). Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1998b). Subsídios para credenciamento e funcionamento de instituições de educação infantil (Vol. 1). Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1998c). Subsídios para credenciamento e funcionamento de instituições de Educação Infantil (Vol. 2). Brasília, DF: MEC.

Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. (1998d). Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília, DF: MEC.

Campos, M. M. M. (1979). Assistência ao pré-escolar: uma abordagem crítica. Cadernos de Pesquisa, 28, 53-59.

Campos, M. M. M. (1985). Pré-escola: entre a educação e o assistencialismo. Cadernos de Pesquisa, 53, 21-24.

Campos, M. M. M. (1986) A constituinte e a educação da criança de 0 a 6 anos. Cadernos de Pesquisa, 59, 57-65.

Campos, M. M. M. (1988). As organizações não governamentais e a educação pré-escolar. Cadernos de Pesquisa, 67, 17-22.

Campos, M. M. M. (1990). A questão da creche: história de sua construção na cidade de São Paulo. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 169(71), 212-231.

Campos, M. M. M. (1992). Atendimento à infância na década de 80: as políticas federais de financiamento. Cadernos de Pesquisa, 82, 5-20.

Campos, M. M. M. (1995). Questões sobre o caráter público dos convênios de atendimento à infância. Cadernos de Pesquisa, 95, 79-81.

Campos, M. M. M. (1997). Educação infantil: o debate e a pesquisa. Cadernos de Pesquisa, 101, 113-127.

Campos, M. M. M. (1999). A mulher, a criança e seus direitos. Cadernos de Pesquisa, 106, 117-127.

Carvalho, A. M., & Beraldo, K. E. A. (1989). Interação criança-criança: ressurgimento de uma área de pesquisa e suas perspectivas. Cadernos de Pesquisa, 71, 55-61.

Campos, M. M. M., & Espósito, Y. (1975). Relação entre sexo da criança e aspirações educacionais e ocupacionais das mães. Cadernos de Pesquisa, 15, 37-46.

Campos, M. M. M., & Haddad, L. (1992). Educação infantil: crescendo e aparecendo. Cadernos de Pesquisa, 80, 11-20.

Campos, M. M. M., Patto, M. E. S. &Mucci, C. (1981). A creche e a pré-escola. Cadernos de Pesquisa, 39, 35-42.

Chiari, C. (2018). Ana Maria Poppovic e a educação de crianças menores de 10 anos: uma análise de suas ideias educacionais (Tese de Doutorado). Universidade Federal de São Carlos, São Carlos.

Cruz, S. H. V. (1996). Reflexões acerca do educador infantil. Cadernos de Pesquisa, 97, 79-89.

Dantas, J. B. (1979). Efeitos da estimulação escolar na realização de crianças em vários estados nutricionais. Cadernos de Pesquisa, 29, 97-109.

Espósito, Y. (1975). Desnutrição e cognição. Cadernos de Pesquisa, 14, 87-96.

Faria, A. L. G. (1999). O espaço físico como um dos elementos fundamentais para uma pedagogia da educação infantil. In A. L. G. Faria, & M. S. Palhares, M. S.Educação infantil pós-LDB: rumos e desafios (p. 67-91-18). Campinas, SP: Autores Associados.

Ferrari, A. R. (1982). Pré-Escola para salvar a Escola? Educação & Sociedade, 12(4), 29-37.

Ferrari, A. R. (1988). Evolução da educação pré-escolar no Brasil no período de 1968-1986. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 161(69), 55-74.

Ferrari, A. R., & Gaspary, L. B. V. (1980). Distribuição de oportunidades de educação pré-escolar no Brasil. Educação & Sociedade, 5, 62-79.

Haddad, L. (1987). A relação creche família: relato de uma experiência. Cadernos de Pesquisa, 60, 70-78.

Kessel, L. (1978). Nossa posição sobre a educação pré-escolar. Educação & Sociedade, 1 (1), 110-114.

Kishimoto, T. M. (1988). Os jardins de infância e as escolas maternais de São Paulo no início da República. Cadernos de Pesquisa, 64, 57-60.

Kishimoto, T. M. (1996). O primeiro jardim-de-infância público do estado de São Paulo e a pedagogia froebeliana. Educação & Sociedade, 56(19), 452-475.

Kishimoto, T. M. (1997). Brinquedo e brincadeira na educação infantil japonesa: proposta curricular dos anos 90. Educação & Sociedade, 60(18), 64-88.

Kramer, S. (1982). Privação cultural e educação compensatória. Cadernos de Pesquisa, 42, 54-62.

Kramer, S. (1986). O papel social da pré-escola. Cadernos de Pesquisa, 58, 77-81.

Kramer, S. (2015). Memórias. In A. Abramowicz. Estudos da infância no Brasil: encontros e memórias. São Carlos: Edufscar.

Kramer, S., & Abramovay, M. (1985). Alfabetização na pré-escola: exigência ou necessidade. Cadernos de Pesquisa, 52, 103-107.

Kramer, S., & Souza, S. J. (1987). Avanços, retrocessos e impasses da política de educação pré-escolar no Brasil. Educação & Sociedade, 28(10), 12-31.

Kuhlmann Jr., M. (1991). Instituições pré-escolares assistencialistas no Brasil. Cadernos de Pesquisa, 78, 17-26.

Lima, E. S., Rosemberg, F., Campos, M. M. M., & Pinto, R. P. (1984). Trabalhando com pajens. Cadernos de Pesquisa, 49, 71-86.

Lourenço Filho, M. B. (1968). Necessidades básicas do pré-escolar nos países em desenvolvimento. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 110(49), 267-280.

Marinho, H. (1966). Missão da educadora no jardim de infância. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 101(45), 63-72.

Mello, A. M. (1987). Tempo de mudança na creche Vila Praia. Cadernos de Pesquisa, 60, 79-84.

Mota, C. C. S., & Santos, D. G. (1976). Currículo pré-escolar: uma tentativa de abordagem. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 140(61), 506-515.

Oliveira, Z. M. R., & Rossetti-Ferreira, M. C. (1986). Propostas para atendimento em creches no município de São Paulo. Cadernos de Pesquisa, 56, 39-65.

Oliveira, Z. M. R., & Rossetti-Ferreira, M. C. (1993). O valor da interação criança-criança em creches no desenvolvimento infantil. Cadernos de Pesquisa, 87, 62-70.

Palhares, M. S., & Martinez, C. M. S. (1999). A educação infantil: uma questão para o debate. In A. L. G. Faria, & M. S. Palhares, M. S. Educação Infantil pós-LDB: rumos e desafios (p. 5-18). Campinas, SP: Autores Associados.

Piotto, D. C., Chaguri, A. C., Mello, A. M., Silva, A. P. S., Eltink, C., Yazlle, C. H., ... Rossetti-Ferreira, M. C. (1998). Promoção da qualidade e avaliação na educação infantil: uma experiência. Cadernos de Pesquisa, 105, 52-77.

Poppovic, A. M. (1974). Estudo e evolução de alguns conceitos espaciais em pré-escolares. Cadernos de Pesquisa, 10, 25-28.

Poppovic, A. M. (1979). A escola, a criança culturalmente marginalizadas e a comunidade. Cadernos de Pesquisa, 30, 51-55.

Poppovic, A. M. (1984). Em defesa da pré-escola. Cadernos de Pesquisa, 50, 53-57.

Poppovic, A. M., Espósito, Y, L., & Campos, M. M. M. (1975). Marginalização cultural: subsídios para um currículo pré-escolar. Cadernos de Pesquisa, 14, 7-60.

Queirós, A. M., & Ramos, J. P. (1976). Ação preventiva na educação pré-escolar. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 140(61), 481-493.

Rocha, A. B. S. (1976). Educação pré-escolar e universalização do ensino de 1º grau. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 140(61), 471-480.

Rosemberg, F. (1984). O movimento de mulheres e a abertura política no Brasil: o caso da creche. Cadernos de Pesquisa, 51, 73-79.

Rosemberg, F. (1986). Creches domiciliares: argumentos ou falácias. Cadernos de Pesquisa, 56, 73-81.

Rosemberg, F. (1989). 0 a 6: desencontro de estatísticas de atendimento. Cadernos de Pesquisa, 71, 36-48.

Rosemberg, F. (1992). A educação pré-escolar brasileira durante os governos militares. Cadernos de Pesquisa, 82, 21-30.

Rosemberg, F. (1996). Educação infantil, classe, raça e gênero. Cadernos de Pesquisa, 96, 58-65.

Rosemberg, F. (1998). Memorial (Concurso para Professor Titular). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.

Rossetti-Ferreira, M. C. (1984). Apego e as reações da criança à separação da mãe: uma revisão bibliográfica. Cadernos de Pesquisa, 48, 3-19.

Rossetti-Ferreira, M. C. (1988). A pesquisa na universidade e a educação da criança pequena. Cadernos de Pesquisa, 67, 59-63.

Silveira, R. E. S., Picolo, T. F., Delphino, V. R. P., Faria, L. M., & Rossetti-Ferreira, M. C. (1987). Oportunidades de contato entre o adulto e a criança em creches. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 158(68), 130-163.

Sirinelli, J. F. (1986). Le hazard ou la nécessité? une histoire en chantier: l'histoire des intellectuels. Vingtième Siècle, Revue d´histoire, 9, 97-108. Recuperado de: https://www.persee.fr/docAsPDF/xxs_0294-1759_1986_num_9_1_1452.pdf

Sirinelli, J. F. (1998). De la demeure à l´agora: pour une histoire culturelle du politique. Vingtième Siècle, Revue d´histoire, 57, 121-131. Recuperado de: https://www.persee.fr/docAsPDF/xxs_0294-1759_1986_num_9_1_1452.pdf

Sirinelli, J. F. (2003). Os intelectuais. In R. Rémond. Por uma história política (p.231-269). Rio de Janeiro, RJ: FGV/UFRJ.

Sirinelli, J. F. (2008). Este século tinha sessenta anos: a França dos sixties revisitada. Tempo, 16, 13-33.

Souza, S. J. (1984a). Pré-escola: em busca de suas funções. Cadernos de Pesquisa, 48, 74-76.

Souza, S. J. (1984b). Tendências e fatos na política de educação pré-escolar no Brasil. Cadernos de Pesquisa, 51, 47-53.

Vieira, L. M. F. (1988). Mal necessário: creches no Departamento Nacional da Criança (1940-1970). Cadernos de Pesquisa, 67, 3-16.

Vieira, L. M. F., & Melo, R. L. C. (1987). A creche comunitária Casinha da vovó: prática de manutenção/prática de educação. Cadernos de Pesquisa, 62, 60-78.

Vitória, T., & Rossetti-Ferreira, M. C. (1993). Processos de adaptação na creche. Cadernos de Pesquisa, 86, 55-64.

Wajskop, G. (1995). O brincar na educação infantil. Cadernos de Pesquisa, 92, 62-69.

Publicado
2021-12-16
Cómo citar
Elizabeth Ferreira Gonçalves Prado, A., & Arce Hai, A. (2021). Educación infantil y producción académica. Revista Brasileira De História Da Educação, 22(1), e198. https://doi.org/10.4025/rbhe.v22.2022.e198
Sección
Artículo original