Población negra y educación superior a principios del siglo XX
consideraciones sobre el posicionamiento del periódico Progresso (1928-1930)
Resumen
El presente trabajo pretende analizar cómo los intelectuales negros de principios del siglo XX se posicionaron con respecto a la educación superior, considerando no solo el acceso formal de los negros a esta etapa de la educación y las profesiones y beneficios materiales y simbólicos a los que da acceso, pero también las formas informales de adquirir y manipular la ‘cultura académica’. Para ello, se analizaron las publicaciones del diario Progresso ubicado en São Paulo entre los años 1928 y 1930 y disponibles para consulta online en el archivo del IEB-USP.
Descargas
Citas
Alberto, P. L. (2011). Terms of inclusion: black intellectuals in twentieth-century Brazil. Chapell Hill, NC: University North Carolina Press. doi:10.5149/9780807877715_alberto.1
Araújo, M. L. P. (2013). A escolarização de crianças negras paulistas (1920-1940) (Tese de Doutorado). Faculdade de Eduação, Univesidade de São Paulo, São Paulo. https://doi.org/10.11606/T.48.2013.tde-27062013-124505
Barros, S. A. P. (2016). Um balanço sobre a produção da história da educação dos negros no Brasil. In M. V. F., & S. A. P. Barros (Eds.), A história da educação dos negros no Brasil (p. 51-72). Niterói, RJ: EdUFF.
Barros, S. A. P. (2005). Discutindo a escolarização da população negra em São Paulo entre o final do século XIX e início do século XX. In J. Romão (Ed.), História da educação do negro e outras histórias. Brasília, DF: MEC.
Barros, S. A. P. (2018). História da educação da população negra: entre silenciamento e resistência. Pensar a Educação Em Revista, 4(1), 3-29.
Barros, S. A. P. (2005). Negrinhos que por ahi andão: a escolarização da população negra em São Paulo (1870 - 1920) (Dissertação de Mestrado). Faculdade de Eduação, Univesidade de São Paulo, São Paulo.
Barros, S. A. P. (2017). A presença negra e escrava em escolas públicas de São Paulo. In M. Mac Cord, E. M. Araújo, & F. S. Gomes (Eds.), Rascunhos cativos: educação, escolas e ensino no Brasil escravista (p. 139-160). Rio de Janeiro, RJ: 7 Letras.
Berriel, C. (2013). Tietê, Tejo, Sena: a ora de Paulo Prado. Campinas, SD: Editora da Unicamp.
Bicudo, V. L. (2010). Atitudes raciais de pretos e mulatos em São Paulo. São Paulo, SP: Editora Sociologia e Política, 2010.
Cuti. (2007). ... E disse o velho militante José Correia Leite (19a ed.). São Paulo, SP: Noovha América.
Dantas, C. V. (2009). O Brasil café com leite: debates intelectuais sobre mestiçagem e preconceito de cor na primeira república. Tempo, 13(26), 56-79. Recuperado de: http://dx.doi.org/10.1590/S1413-77042009000100004
Domingues, P. (2006). O “messias” negro? Arlindo Veiga dos Santos (1902-1978): “viva a nova monarquia brasileira; viva Dom Pedro III !” Varia Historia, 22(36), 517-536. doi: 10.1590/s0104-87752006000200015
Domingues, P. (2009). O recinto sagrado: educação e antirracismo no Brasil. Cadernos de Pesquisa, 39(138). doi: 10.1590/s0100-15742009000300014
Domingues, P. (2008). Um “templo de luz”: Frente Negra Brasileira (1931-1937) e a questão da educação. Revista Brasileira de Educação, 13(39), 517-534. Recuperado de: https://doi.org/10.1590/S1413-24782008000300008
Fernandes, F. (2008). A integração do negro na sociedade de classes: o legado da raça branca (Vol. 1, 5a ed.). São Paulo, SP: Globo.
Fonseca, M. V. (2017). Espaço privado e educação no escravismo brasileiro: província de Minas Gerais, século XIX. In M. Mac Cord, C. E. M. Araújo, & F. S. Gomes (Eds.), Rascunhos cativos: educação, escolas e ensino no Brasil escravista (p. 17-41). Rio de Janeiro, RJ: 7 Letras.
Fonseca, M. V. (2016). A população negra no ensino e na pesquisa em história da educação no Brasil. In M. V. Fonseca, & S. A. P. Barros (Eds.), A história da educação dos negros no Brasil (p. 23-50). Niterói, RJ: EdUFF.
Fonseca, M. V. (2005). Pretos, pardos, crioulos e cabras nas escolas mineiras do século XIX. In História da educação do Negro e outras histórias (p. 93-116). Brasília, DF: MEC.
Fonseca, M. V. (2001). As primeiras práticas educacionais com características modernas em relação aos negros no Brasil. In Negro e educação: presença do negro no sistema educacional brasileiro (p. 11-36). São Paulo, SP: Ação Educativa.
Gomes, F., & Domingues, P. (2014). Políticas da raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil. São Paulo, SP: Selo Negro Edições.
Guirro, L. A. (2013). Intelectualidade e imprensa negra paulista: os casos do Getulino e Progresso (1923-1931) (Dissertação de Mestrado). Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista, Assis.
Hasenbalg, C. (2005). Discriminação e desigualdades raciais no Brasil (2a ed.). Belo Horizonte, MG: Editora da UFMG.
Maio, M. C. (2010). Introdução: a contribuição de Virgínia Leone Bicudo aos estudos sobre as relaçÕes raciais no Brasil. In V. L. Bicudo (Ed.), Atitudes raciais de pretos e mulatos em São Paulo (p. 23-60) São Paulo, SP: Editora Sociologia e Política.
Müller, M. L. R. (2016). A produção de sentidos sobre mulheres negras e o branqueamento do magistério no Rio de Janeiro na Primeira República. In M. V. Fonseca, & S. A. P. Barros (Eds.), A história da educação dos negros no Brasil (p. 395-412). Niterói, RJ: EdUFF.
Peres, E. (2002). Sob(re) o silêncio das fontes ... Revista Brasileira de História da Educação, 2(2[4]), 75-102.
Progresso. (1928a). n. 6, p. 2
Progresso. (1928b). n. 3, p. 1
Progresso. (1928c). n. 4, p. 1
Progresso. (1928d). n. 7, p. 1
Progresso. (1928e). n. 8, p. 1-2
Progresso. (1929a). n. 18, p. 2
Progresso. (1929b). n. 10, p. 2
Progresso. (1929c). n. 16, p. 4
Progresso. (1929d). n. 11, p. 4
Romão, J. (Ed.). (2005). História da educação do negro e outras histórias. Brasília, DF: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade.
Schueler, A., & Rizzini, I. (2017). Hemetério José dos Santos: professor e intelectual negro nas disputas pela educação na cidade do Rio de Janeiro. In M. Mac Cord, C. E. M. Araújo, & F. S. Gomes (Eds.), Rascunhos cativos: educação, escolas e ensino no Brasil escravista (p. 77-99). Rio de Janeiro, RJ: 7 Letras.
Schueler, A. F. M. (2016). Trajetórias cruzadas e ação docente em luta por educação: André Rebouças, José do Patrocínio e Manuel Querino. In M. V. Fonseca, & S. A. P. Barros (Eds.), A história da educação dos negros no Brasil (p. 191-216). Niterói, RJ: EdUFF.
Schwarcz, L. M. (1993). O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil 1870 - 1930. São Paulo, SP: Companhia das Letras.
Silva, A. M. P. (2012). A escola de Pretextato dos Passos e Silva: questões a respeito das práticas de escolarização no mundo escravista. Revista Brasileira de História da Educação, 2(2 [4]), 145-166.
Silva, A. M. P. (2016). A escola do professor Pretextato dos Passos e Silva: questões a respeito das práticas de escolarização no mundo escravista. In M. V. Fonseca, & S. A. P. Barros (Eds.), A história da educação dos negros no Brasil (p. 141-162). Niterói, RJ: EdUFF.
Souza, R. F. (2013). Pelas páginas dos jornais: recortes indentitários e escolarização do social do negro em São Paulo (1920-1940) (Tese de Doutorado). Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo. https://doi.org/10.11606/T.48.2013.tde-03122013-131609
Wissenbach, M. C. C. (2017). Cartas, procurações e patuás: os signiicados da escrita no mundo da escravidão. In M. Mac Cord, C. E. M. Araújo, & F. S. Gomes (Eds.), Rascunhos cativos: educação, escolas e ensino no Brasil escravista (p. 59-76). Rio de Janeiro, RJ: 7 letras.
Derechos de autor 2022 Mariana Machado Rocha, Ana Luiza Jesus da Costa (Autor)

Esta obra está bajo licencia internacional Creative Commons Reconocimiento 4.0.
Os direitos autorais pertencem exclusivamente aos autores. Os direitos de licenciamento utilizados pelo periódico consistem na licença Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY 4.0): são permitidos o acompartilhamento (cópia e distribuição do material em qualqer meio ou formato) e adaptação (remix, transformação e criação de material a partir do conteúdo assim licenciado) para quaisquer fins, inclusive comerciais.
Recomenda-se a leitura desse link para maiores informações sobre o tema: fornecimento de créditos e referências de forma correta, entre outros detalhes cruciais para uso adequado do material licenciado.





