Paradisus corporalis est quies claustralis: usos e sentidos do claustro beneditino no Ocidente medieval - doi: 10.4025/actascieduc.v33i1.12491

Autores

  • Maria Cristina Correia Leandro Pereira USP

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v33i1.12491

Palavras-chave:

monges, paraíso, costumes, regra beneditina

Resumo

O claustro de um mosteiro beneditino é um de seus lugares mais privilegiados e característicos. No entanto, a palavra que designa este território, por excelência, dos monges não teve sempre o mesmo significado, assim como aquele espaço não conheceu sempre as mesmas utilizações. É nosso objetivo estudarmos aqui o claustro no contexto do Ocidente medieval, atentando para a gênese do termo e as relações deste espaço com o lugar por ele ocupado no imaginário religioso da época e no quotidiano dos monges beneditinos

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Biografia do Autor

  • Maria Cristina Correia Leandro Pereira, USP
    Doutora em História Medieval pela EHESS, Professora do Departamento de História da USP.

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Publicado

2011-05-23

Edição

Seção

História da Educação

Como Citar

Paradisus corporalis est quies claustralis: usos e sentidos do claustro beneditino no Ocidente medieval - doi: 10.4025/actascieduc.v33i1.12491. (2011). Acta Scientiarum. Education, 33(1), 71-76. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v33i1.12491

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