Considerações em torno da origem de uma verdade historiográfica: o Tratado de Methuen (1703), a destruição da produção manufatureira em Portugal, e o ouro do Brasil - doi: 10.4025/actascieduc.v34i2.17014

Autores

  • Sezinando Luiz Menezes Universidade Estadual de Maringá
  • Célio Juvenal Costa Universidade Estadual de Maringá

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v34i2.17014

Palavras-chave:

ensino de história, historiografia, antigo sistema colonial

Resumo

Em meados do século XVIII, floresceu em Portugal uma preocupação, entre os ‘estrangeirados’, sobre as causas do ‘atraso’ do reino e as formas de buscar sua ‘regeneração’. A ilustração portuguesa inicia então uma tradição que, de forma predominante, mas não unânime, atribuiu ao Tratado de Methuen (ou Tratado de Panos e Vinhos), de 1703, a origem dos problemas do ‘atraso’ do desenvolvimento manufatureiro lusitano e a apropriação do ouro produzido no Brasil. Este texto tem como objetivo principal refletir a respeito da construção dessa vertente explicativa e sua persistência na história ensinada no Brasil.

 

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Biografia do Autor

  • Célio Juvenal Costa, Universidade Estadual de Maringá
    Departamento de Fundamentos da Educação e Programa de Pós graduação em Educação, UEM.

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Publicado

2012-08-20

Edição

Seção

História da Educação

Como Citar

Considerações em torno da origem de uma verdade historiográfica: o Tratado de Methuen (1703), a destruição da produção manufatureira em Portugal, e o ouro do Brasil - doi: 10.4025/actascieduc.v34i2.17014. (2012). Acta Scientiarum. Education, 34(2), 199-209. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v34i2.17014

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