<b>Exposições de arte infantil: bandeiras modernas pela construção do novo homem</b> - doi: 10.4025/actascieduc.v32i2.9777
Resumen
Este artigo analisa, no contexto das décadas de 1940 a 1960, as exposições de arte infantil como estratégias de afirmação da importância da arte na educação e no desenvolvimento da personalidade da criança, utilizando como fontes artigos de jornais, fotografias, desenhos infantis, relatórios e outros documentos institucionais. As vanguardas artísticas do início do século XX, defensoras da expressão individual do artista, e o reconhecimento das especificidades da condição infantil pela psicologia e pela pedagogia, resultaram na defesa da liberdade de expressão artística da criança e na renovação nos conceitos de arte e de educação do período. A partir de meados dos anos 1940, a arte infantil passou a despertar o interesse da Unesco por representar a possibilidade de integração e fraternidade entre os povos e o desejo da construção de um novo homem. Estas exposições atuaram como vitrines para os diversos discursos que justificaram a importância da arte infantil, envolvendo, no contexto brasileiro, desde órgãos governamentais até jornais de circulação nacional e empresas privadas. Ao mesmo tempo em que pretendiam a inculcação de uma conduta educacional baseada na liberdade irrestrita do espírito criador infantil, estes discursos censuravam temas considerados impróprios, como a violência e as guerras, assim como qualquer orientação que seguisse um padrão estético pré-definido.
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