Cartoons in history teaching: the middle age in ‘Felix the Cat’ and ‘Totally Spies’
Abstract
Unlike films and, in particular, historical films, which have earned their place as a source and as a resource for teaching history, cartoons are still little used in the school environment and as a document. Therefore, this article aims to discuss the use of cartoons in history teaching, focusing on medieval history content. The article analyzes two episodes, one by ‘Felix the Cat’ (1960) and another by ‘Totally Spies’ (2001), selected by treating the Middle Ages. The study took into account the visual elements and dialogues of both cartoons, comparing how each approached the medieval theme. It is understood that cartoons are more suitable for day to day of class, when compared to feature films, either for the duration or for mobilizing a language closer to the age range of the elementary school student. It is observed that the cartoons illustrate a series of aspects of the social and material life of the medieval period, as well as expressing different conceptions and contemporary appropriations about the medieval. It is expected that the article can contribute as much to the appreciation of the use of cartoons in the school environment and for the provision of some ways to approach the contents of medieval history, rich media and sometimes undervalued in the Basic Education.
Downloads
References
Abud, K. M. (2003). A construção de uma didática da história: algumas ideias sobre a utilização de filmes no ensino. História, 22(1), 183-193. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-90742003000100008
Baschet, J. (2006). A civilização feudal. Do ano mil à conquista da América. São Paulo, SP: Globo.
Brasil. (2017). Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: Ministério da Educação.
Caparrós-Lera, J. M., & Rosa, C. S. (2013). O cinema na escola: uma metodologia para o ensino de história. Educação em Foco, 18(2), 189-210.
Cardini, F. (1996). Magia e bruxaria na Idade Média e no Renascimento. Psicologia USP, 7(1-2), 9-16. DOI: https://doi.org/10.1590/S1678-51771996000100001
Chalvon-Demersay, V., & Michel, D. (2001). Três espiãs demais [animação]. São Paulo, SP: Marshmallow. Recuperado de https://www.youtube.com/watch?v=7ztljolVZi0
Chepp, B., Masi, G., & Pereira, N. M. (2015). O potencial pedagógico da Idade Média imaginada. Revista do Lhiste, 2(3), 948-968.
Ignácio, P. (2015). As pedagogias do consumo no desenho animado Três Espiãs Demais – narrativas sobre como ser jovem menina na sociedade do consumo. Textura, 17(34), 158-181.
Kieckhefer, R. (2014). Magic in the middle ages (2nd ed.). Cambridge, UK: Cambridge University Press.
Langer, J. (2004). Metodologia para análise de estereótipos em filmes históricos. Revista História Hoje, (5), 1-13.
Macedo, J. R. (2009). Cinema e Idade Média: perspectivas de abordagem. In J. R. Macedo & L. M. Mongelli (Orgs.), A Idade Média no cinema (p. 13-47). São Paulo, SP: Ateliê Editorial.
Machado, L. M. M. (2006). E a mídia criou a mulher: como a TV e o cinema constroem o sistema de sexo/gênero (Tese de Doutorado). Universidade de Brasília, Brasília.
Machado, L. M. M. (2010). Somos tão jovens! Revista Eco-Pós, 13(3), 105-121. DOI: https://doi.org/10.29146/eco-pos.v13i3.846
Messner, O., & Sullivan, P. (1960). Gato Félix [animação]. São Paulo, SP: BKS Recuperado de https://www.youtube.com/watch?v=FVgludNvMfc
Montón, A. L. H. (2009). O homem e o mundo midiático no princípio de um novo século. In J. Nóvoa, S. B. Fressato, & K. Feigelson (Orgs.), Cinematógrafo: um olhar sobre a história (p. 29-40). Salvador, BA: EDUFBA.
Moran, J. M. (2006). Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias audiovisuais e telemáticas. In J. M. Moran, M. T. Masetto, & M. A. Behrens (Eds.), Novas tecnologias e mediação pedagógica (12a ed., p. 11-66). Campinas, SP: Papirus.
Moya, A. (1986). História da história em quadrinhos. Porto Alegre, RS: L&PM.
Nogueira, L. (2010). Manuais de cinema II – gêneros cinematográficos. Covilhã, PT: LabCom Books.
Obermeier, A. (2008). Witches and the myth of the medieval burning times. In S. J. Harris & B. L. Grigsby (Eds.), Misconceptions about the Middle Ages (p. 218-229). New York, NY: Routledge.
Pereira, N. M. (2012). Ensino de história, medievalismo e etnocentrismo. Historiae, 3(3), 223-238.
Ravanello, R. B. (2007). Prefácio. Da imagem ao pensamento. In N. G. Reali (Ed.), Cinema na universidade: possibilidades, diálogos e diferenças (p. 7-10). Chapecó, SC: Argos.
Reali, N. G. (2007). Cinema na universidade: possibilidades, diálogos e diferenças. Chapecó, SC: Argos.
Rosenstone, R. A. (2015). A história nos filmes, os filmes na história (2a ed.). São Paulo, SP: Paz & Terra.
Rossini, M. S. (1999). As marcas da história no cinema, as marcas do cinema na história. Anos 90, 7(12), 118-128. DOI: https://doi.org/10.22456/1983-201X.6596
Setton, M. G. J. (2004). A cultura da mídia na escola: ensaios sobre cinema e educação. São Paulo, SP: Annablume.
Silva, R. P. (2007). Cinema e educação. São Paulo, SP: Cortez.
Vasques, C. M. (2011). Cinema, TV e violência. Thot – Revista da Associação Palas Athena, (75), 67-72.

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
DECLARATION OF ORIGINALITY AND COPYRIGHTS
I declare that this article is original and has not been submitted for publication in any other national or international journal, either in part or in its entirety.
The copyright belongs exclusively to the authors. The licensing rights used by the journal are the Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY 4.0) license: sharing (copying and distributing the material in any medium or format) and adaptation (remixing, transforming, and building upon the material thus licensed for any purpose, including commercial purposes) are permitted.
It is recommended that you read this link for more information on the subject: providing credits and references correctly, among other crucial details for the proper use of the licensed material.




































