Entre el yo y el algoritmo: la autoría en tiempos de inteligencia artificial generativa (IAG)
Resumen
Este ensayo propone una reflexión crítica sobre los desplazamientos de la noción de autoría a lo largo de la historia, problematizando sus usos en general y, en particular, frente a los avances de las Inteligencia ArtificialeGenerativa. Con base en las contribuciones de Barthes (2004), Foucault (1992) y Freire (2019a, 2019b, 2021), entre otros, la autora, desde la comprensión de la autoría como posición ética y política, articula los conceptos de curaduría creativa, inteligencia colectiva (Lévy, 1999) y responsabilidad (Bakhtin, 2011; Jonas, 2006), con el objetivo de construir prácticas pedagógicas que resistan la homogeneización del pensamiento y promuevan una autoría distribuida, insurgente e intencional.
En este contexto, propone la adopción de una Pedagogía del Encuentro, en la cual la Inteligencia Artificial Generativa abrace la Educación, favoreciendo la escucha activa, el reconocimiento del otro y la construcción colectiva del conocimiento mediante la creación de puentes entre diferentes realidades. Este enfoque ofrece caminos plurales para el aprendizaje y fomenta la participación activa de los estudiantes. La autora enfatiza que, si se utiliza de manera consciente, prudente y responsable, la Inteligencia Artificial Generativa puede transformar la educación en un proceso más humanizado y liberador, en el cual el docente desempeña un papel esencial y los estudiantes son estimulados a pensar críticamente, explorar sus propias posibilidades y prepararse para los desafíos de un futuro en constante transformación.
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