Técnicas de enseñanza y resistencia cultural: contribución a las prácticas de enseñanza de sociología

Palabras clave: contra la cultura escolar; enseñanza de la sociologia.

Resumen

El objetivo de este artículo es presentar los resultados de la investigación realizada en una escuela de la periferia del municipio de Marília, en el estado de São Paulo. Tomando como punto de partida el supuesto de que el proceso cultural debe observarse desde una perspectiva micro y macrosociológica, basada en los análisis de Paul Willis, quien resalta que los procesos culturales pueden ser absorbidos y reelaborados de una manera dialéctica, remodelando y creando un proceso de resistencia cultural con base en las decisiones tomadas por la propia clase obrera en cuestión, que el autor denominó contracultura escolar. Con base en esta referencia, observamos la necesidad de conocer la realidad escolar para acercar los conocimientos científicos al horizonte cultural de los estudiantes mediante una transposición didáctica. Así pues, con base en una secuencia pedagógica que tenía la premisa de conocer la realidad de los estudiantes, fue posible adaptar los conocimientos sociológicos a la realidad de dichos estudiantes, mediante técnicas de enseñanza y producción de material didáctico, de manera que permitiera una mayor adquisición de los contenidos de la asignatura de sociología por parte de los estudiantes, constituyendo nuevas formas de enseñanza-aprendizaje y desarrollando una formación docente más sólida en el ámbito de la sociología.

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Citas

Arruda, M. A. N. (1995). A sociologia no Brasil: Florestan Fernandes e a “escola paulista”. In S. Miceli. História das Ciências Sociais no Brasil (Vol. 2, p. 107-231). São Paulo, SP: Editora Sumaré; Fapesp.

Bourdieu, P. (1983). Gostos de classe e estilos de vida. In R. Ortiz. Pierre Bourdieu. Sociologia (Col. Grandes Cientistas Sociais, Vol. 39). São Paulo, SP: Ática.

Castro, M. (1998). Um estudo das relações de poder na escola pública de ensino fundamental à luz de Weber e Bourdieu: do poder formal, impessoal e simbólico ao poder explícito. Revista da Faculdade de Educação, 24(1), 9-22. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-25551998000100002

Cuche, D. (2002). A noção de cultura nas ciências sociais. Bauru, SP: Edusc.

Cunha, M. V., & Totti, M. A. (2004). Do manifesto dos pioneiros à sociologia educacional: ciência social e democracia na educação brasileira. In M. C. Xavier. Manifesto dos pioneiros da educação: um legado educacional em debate. Rio de Janeiro, RJ: FGV.

Fernandes, F. (1958). A etnologia e a sociologia no Brasil. São Paulo, SP: Anhembi.

Lahuerta, M. (1999). Intelectuais e transição: entre a política e a profissão (Tese de Doutorado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo.

Limongi, F. (2015). Revista Sociologia. In R. E. Almeida, & I. O. P. Silva. As ciências sociais em revista: temas e debates da Revista Sociologia 1939-1966 (p. 153-177). São Paulo, SP: Editora Sociologia e Política.

Maia, D., Fresche, E., Santos, L. A. & Gomes, N. L. (2020). Contextualizando a obra aprendendo... Revista Mediações, 5(2), 211-231.

Mendonça, S. G. L. (2011). A crise de sentidos e significados na escola: a contribuição do olhar sociológico. Cadernos Cedes, 31(85), 341-357. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-32622011000300003

Mendonça, S. G. L. (2017). Os processos de institucionalização da sociologia no ensino médio (1996-2016). In I. L. F. Silva, & D. N. Gonçalves. A sociologia na educação básica (p. 55-75). São Paulo, SP: Annablume.

Pimenta, M. M., & Schrijnemaekers, S. C. (2011). Sociologia no ensino médio: escrevendo cadernos para o projeto São Paulo faz escola. Cadernos Cedes, 31(85), 405-423.

Ramos, G. A. (1995). Introdução crítica à sociologia brasileira. Rio de Janeiro, RJ: UFRJ.

Santos, W. G. (2002). Roteiro bibliográfico do pensamento político-social brasileiro (1870-1965). Belo Horizonte, MG: UFMG; Rio de Janeiro: Casa de Oswaldo Cruz.

Saraví, G. A. (2013). De laexclusión a lafragmentación de la experiencia escolar. In R. B. Sant’Ana & P. Abrantes. Aprendendo a ser trabalhador: um encontro coletivo com a obra de Paul Willis (p. 79-100). Curitiba, PR: CRV.

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. (2014). Caderno do Aluno: Sociologia,(Ensino Médio, Vol. 1, 1ª série). São Paulo, SP: Secretaria da Educação.

Souza, L. L. (2019). São Paulo faz escola e o ensino de sociologia: trajetória e análise (Dissertação de Mestrado). Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Marília.

Vellei, A. S. (2020). São Paulo faz escola e (contra)formação de professores: ensino de sociologia em atividade? (Dissertação de Mestrado). Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Marília.

Vieira Junior, I. (2021). Torto arado. São Paulo, SP: Todavia.

Werneck Vianna, L. (1997). A revolução passiva. Iberismo e americano no Brasil. Rio de Janeiro, RJ: Revan.

Willis, P. (1991). Aprendendo a ser trabalhador: escola, resistência e reprodução. Porto Alegre, RS: Artes Médicas.

Publicado
2022-09-08
Cómo citar
Totti, M. A. (2022). Técnicas de enseñanza y resistencia cultural: contribución a las prácticas de enseñanza de sociología. Acta Scientiarum. Education, 44(1), e62306. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v44i1.62306
Sección
Formación Docente y Políticas Públicas