Acta Scientiarum. Education


Acta Scientiarum. Education, ISSN 2178-5201 (on-line), é publicada trimestralmente pela Editora da Universidade Estadual de Maringá-Eduem. A revista publica textos originais de temáticas vinculadas a Educação sob dois eixos temáticos. O primeiro, História e Filosofia da Educação, tem por finalidade divulgar pesquisas a respeito dos processos formativos de natureza biográfica, institucional, social, formal e não-formal. O segundo, Formação de Professores, tem por objetivo divulgar estudos referentes aos aspectos norteadores da prática docente, como a Educação Básica e a Educação Superior, bem como os relacionados à vinculação entre pesquisa e docência.

Qualis/Capes (2016): 

 

Missão

Viabilizar o registro público do conhecimento e sua preservação; Publicar resultados de pesquisas envolvendo ideias e novas propostas científicas; Disseminar a informação e o conhecimento gerados pela comunidade científica; Agilizar o processo de comunicação científica na área de Educação.

Indexadores

CLASE (Citas Latinoamericanas en Ciencias Sociales y Humanidades) | EBSCO-Fonte Acadêmica, Informe Acadêmico e Academic One File Gale (Cengage Learning) |  Base Bielefield | EDUBASE | EDUC@ | OAISTER | DOAJ | Bibliografia Brasileira de Educação BBE - CIBEC/INEP/MEC | Latindex | IRESIE-Base de Datos sobre Educación Iberoamericana | Academic Journals Database | REDALYC | Dialnet | Elektronische Zeitschriftenbibliothek, Portal de Periódicos da UEM.


   

 

AVISO

ADEQUAÇÃO DE ARTIGOS A PARTIR DE 01/08/2015 DE ACORDO COM AMERICAN PSYCHOLOGICAL ASSOCIATION (APA) - 6. Ed. 

Com vistas a atingir a internacionalização e melhor indexação dos nossos periódicos, a Revista Acta Scientiarum adotará, a partir de 1º de janeiro de 2016, como padrão para apresentação dos artigos, o Manual de Estilo da American Psychological Association (APA) - 6. ed. Assim, os artigos submetidos a partir de 01/08/2015, já deverão estar em consonância a APA.

Notícias

 

Press Release: As classes nouvelles e a atual reforma do ensino médio

 

O modelo pedagógico das classes nouvelles, que representou a inovação no ensino secundário francês a partir de 1945, pode contribuir para a reforma do ensino médio em curso no Brasil. As classes nouvelles apresentavam, entre outros, as seguintes características: limitação de  25 alunos por turma, número reduzido de professores por turma, uso de fichas de observações detalhadas da personalidade e comportamento de cada aluno, métodos ativos personalizados e cooperativos, o estudo do meio natural e humano, redução da dicotomia entre o trabalho manual e o trabalho intelectual, ciclo de orientação e de observação, conselho de turma, enfâse no dialógo entre professores e pais e preferência pelo ensino das línguas modernas. Esse ensaio pedagógico alternativo foi idealizado e concretizado pelo educador Gustave Monot, que era vinculado ao movimento da Escola Nova e engajado na luta pelo pacifismo. As classes nouvelles serviram de inspiração para professores brasileiros criarem as chamadas classes secundárias experimentais – a primeira experiência de renovação do ensino secundário brasileiro. Assim, houve um uso brasileiro do modelo pedagógico francês como em relação à redução do número de alunos por sala, pois, enquanto nas turmas francesas o limite era de 25 alunos, nas classes secundárias experimentais o número máximo era de 30 estudantes. De outra parte, nas classes secundárias experimentais constata-se a presença de estratégias didáticas como métodos ativos, a importância da orientação pedagógica no respeito às aptidões dos alunos, a integração curricular, a imprescindível exigência da reunião periódica de professores, a tendência ao regime de tempo integral, especialmente por meio do oferecimento de atividades extraclasse e o envolvimento dos pais dos alunos no trabalho escolar. O modelo pedagógico das classes nouvelles, portanto, tem atualidade e pode contribuir, efetivamente, para responder os desafios atuais do ensino médio brasileiro.  

Norberto Dallabrida

Professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

Florianópolis – SC – Brasil

E-mail: norbertodallabrida@gmail.com

 

 
Publicado: 2017-12-06 Mais...
 

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CHAMADA TEMÁTICA: “Ensino de História da Educação e Cinema”

Caros autores, leitores, colaboradores, informamos que está aberta a chamada Temática Ensino de História da Educação e Cinema  para o número 4 (40) 2018

Orgs.: Evelyn de Almeida Orlando (PUCPR) e Carlos Henrique de Carvalho (UFU)

 

Esta chamada temática tem por objetivo contribuir com o debate sobre o ensino de História da Educação, a partir do cinema, considerando as múltiplas possibilidades interpretativas que esse material oferece ao pesquisador e professor dessa disciplina. Essa relação tem sido debatida por pesquisadores do campo que têm investido em pensar os caminhos que a história da educação ocupa na cena educacional, nos currículos de cursos de formação de professores no Brasil e no interesse de estudantes pela disciplina e pelo campo de pesquisa. Apesar do investimento, consideramos que o Ensino de História da Educação é um tema que, apesar de ocupar cada vez mais na área, merece e precisa ser mais ampliado.  O olhar para o cinema está relacionado à potencialidade do filme como recurso pedagógico e produto histórico, associado à constatação de uma prática frequente de professores de História da Educação em usar filmes mais como recurso de contextualização ou ilustração de determinado período[1]. O uso do cinema como documento, por sua vez, permite tratá-lo como produto histórico e possibilita questionar a natureza das relações entre o filme e a sociedade que o produziu. O que propomos nesta chamada, a partir de diferentes correntes teórico-metodológicas, é pôr em relevo o cinema como objeto e fonte não apenas na pesquisa histórica, mas também no ensino de História da Educação e apresentar possíveis temáticas possíveis para a reflexão em sala.

 

O prazo para envio dos artigos é até 10-02-2018.



[1] SOUZA, S. T; RIBEIRO, B.O.I. Ensino de história da educação no Brasil: reflexõessobre o perfil dos professores e suas metodologias. Revista História da Educação, v. 16, n. 36, jan/abril, 2012, p. 70-88.

 

 
Publicado: 2017-10-30
 
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v. 39, n. 5 (2017): Suplemento Especial - Ahead of Print


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