Concepção da história em Boaventura (1221-1274): encarnação, franciscanismo e redenção - doi: 10.4025/actascieduc.v34i1.15817

Autores

  • Ana Paula Tavares Magalhães Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v34i1.15817

Palavras-chave:

ordem franciscana, história, cristocentrismo, tradição patrística, ecclesia Christi

Resumo

A partir de sua filiação patrística – característica da Ordem Franciscana e de sua escola filosófica –, Boaventura de Bagnoregio (1221-1274) concebeu a história dos homens e da Igreja a partir de uma organização etária e tendo a Encarnação como seu aspecto fundamental. Com base no ideal cristocêntrico, o Doctor Seraphicus estabeleceu uma trajetória comum à Ecclesia e à humanidade, que deveria conduzi-las, por fim, à Redenção. A vida e a trajetória de Francisco e da Ordem dos Menores também se confundiam e representavam um importante degrau na escala humana e eclesiológica em direção à perfeição. Ao desempenhar papel fundador no conjunto da ‘história christiana’, Francisco, com o franciscanismo, pode ser colocado em perspectiva com Cristo tanto desde os aspectos externos – os stigmata – quanto, sobretudo, pela retomada da vita vere apostolica.

 

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Publicado

2012-03-29

Edição

Seção

História da Educação

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