A escrituração escolar como prática e como lugar indiciário de representações da infância

Autores

  • Elaine Cátia Falcade Maschio Centro Universitário Internacional Uninter

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v37i2.20337

Palavras-chave:

alunos, educação, cultura escolar.

Resumo

O artigo propõe analisar a escrituração escolar das colônias italianas da cidade de Curitiba como lugares indiciários dos modos de representar a infância. Busca, por meio da investigação dos mapas de frequência, identificar as categorias que ordenaram a infância na perspectiva comunitária étnica e escolar. A demanda pela escrituração escolar é concebida como prática administrativa que buscou institucionalizar o fazer docente. Essa prática no universo escolar das colônias de imigrantes possibilitou nomear crianças, classificar os diferentes perfis infantis que frequentavam as escolas coloniais e mensurar a cadência dos ritmos de ensino e aprendizagem. Como instrumento legal, os mapas de frequência sinalizavam o quanto a escola seria capaz de ordenar a infância, escolarizando os sujeitos sociais e transformando-os em sujeitos escolares.

 

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Biografia do Autor

  • Elaine Cátia Falcade Maschio, Centro Universitário Internacional Uninter
    Doutora em Educação pela Universidade Federal do Paraná. Professora do Centro Universitário Internacional UNINTER.

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Publicado

2015-05-15

Edição

Seção

História da Educação

Como Citar

Maschio, E. C. F. (2015). A escrituração escolar como prática e como lugar indiciário de representações da infância. Acta Scientiarum. Education, 37(2), 141-150. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v37i2.20337

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